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sexta-feira, 21 de março de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Luna bate recorde de produção e diminui custos operacionais

Lucas Prado KallasA Luna Gold registrou recorde de produção em 2013, com 79.229 onças de ouro, um aumento de mais de 4,9 mil onças em relação a 2012. O custo operacional da empresa foi de US$ 723 por onça de ouro, uma redução de US$ 28 por onça em relação ao ano anterior. Os números constam do relatório de resultados do quarto trimestre de 2013, divulgado hoje (20).
O recorde de produção também foi atingido no último trimestre de 2013, com 22.177 onças, 630 onças a mais que no mesmo período de 2012. O custo operacional do quarto trimestre foi de US$ 652 por onça de ouro, uma redução de US$ 16 por onça em relação ao mesmo período do ano anterior. O custo total de produção foi de US$ 982 dólares por onça de ouro, uma redução de US$ 152 por onça na comparação com o quarto trimestre de 2012.
O custo total de produção no ano passado foi de US$ 1.056 por onça de ouro, uma redução de US$ 149 por onça em relação a 2012. O fluxo de caixa das atividades operacionais, antes de alterações no capital de giro, foi de $23,1 milhões, uma baixa de US$ 8,4 milhões (US$ 0,08 por ação) em relação ao ano anterior. Após as mudanças no capital de giro, o valor registrado foi de US$ 17,3 milhões.
O lucro líquido diminuiu de US$ 11,2 em 2012 para US$ 7,8 milhões (US$ 0,07 por ação) em 2013. Segundo o relatório, o saldo de caixa da mineradora, no final de fevereiro deste ano, era de US$ 25 milhões.
A Luna afirmou que a primeira fase de expansão na mina de ouro Aurizona, no Maranhão, está progredindo e que a engenharia do projeto, incluindo a engenharia de detalhamento local, está 97% completa e a construção está 48% concluída. O comissionamento da primeira fase está previsto para o segundo semestre deste ano.
De acordo com a Luna, a meta de produção para 2014 é de 85 mil a 95 mil onças de ouro. O custo operacional médio previsto para este ano é de US$ 690 a US$ 740 por onça de ouro. O custo de produção total está estimado de US$ 800 a US$ 900 por onça de ouro. As despesas de capital estão previstas para US$ 9 milhões ao longo de 2014.
A mineradora disse que os custos com as atividades restantes da primeira fase de expansão de Aurizona estão estimados em cerca de US$ 12,5 milhões.
No dia 25 de fevereiro, a companhia concluiu um acordo de compras para subscrição de cerca de 16,9 milhões de ações ordinárias, a um preço de US$ 1,06 por ação, gerando receita bruta de aproximadamente US$ 18 milhões para a empresa.
A Luna Gold é uma empresa canadense dedicada a operar, expandir e explorar projetos de ouro no Brasil.

Notícias de Mineração Brasil

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Lucas Prado Kallas - Serabi encontra 190 gpt de ouro em furo no projeto São Chico

Lucas Prado KallasA Serabi Gold identificou interseção com teor de 189,6 gramas por tonelada (gpt) de ouro em um intervalo de um metro, no projeto São Chico, no Estado do Pará. Outros três furos de sondagem também apresentaram alto teor de ouro. A informação é de comunicado enviado ontem (5) ao mercado.
Os resultados dos outros furos incluem interseção com teor de 30,8 gpt de ouro no intervalo entre 53,4 metros e 53,9 metros; teor de 25,1 gpt de ouro no intervalo entre 68,2 metros e 68,7 metros; teor de 36 gpt de ouro no intervalo entre 36,3 metros e 38 metros. As ocorrências com alto teor são da campanha de sondagem realizada no veio paralelo do projeto, que fica a cerca de 250 metros do veio principal.
“Em 2012, resultados de sondagem no veio principal apontaram várias interseções com teor superior a 100 gpt de ouro e um potencial forte para o prospecto se estender pelo projeto. Nós acreditamos que o veio paralelo pode ter a mesma estrutura”, disse Mike Hodgson, CEO da Serabi.
De acordo com o executivo da empresa, em função das interseções encontradas nas campanhas de sondagem de 2012 e de 2013, a empresa acredita que o projeto São Chico tem potencial para ser uma zona mineralizada com mais de 700 metros de profundidade na direção do corpo mineral.
Hodgson disse que a Serabi vai realizar o desenvolvimento inicial e adquirir uma frota básica para fazer a remoção de terra e construir a rampa de acesso à mina. “Estamos planejando começar o trabalho no meio de fevereiro, o que vai resultar no desenvolvimento da rampa e da mina subterrânea no veio principal”, afirmou o CEO.
A Serabi vai conduzir uma campanha de sondagem para investigar e avaliar estruturas minerais paralelas com potencial para desenvolver um grande plano de mineração até o fim de 2014.
A mineradora anunciou, em 29 de janeiro, que pretendia emitir 200 milhões de títulos, a um preço médio de US$ 0,08 por título, para levantar cerca de US$ 16,5 milhões. O objetivo é investir no desenvolvimento do projeto de ouro São Chico, nostart-up da mina de ouro Palito e agregar capital de giro para pagar um acordo de empréstimo de US$ 7,5 milhões com a Fratelli Investments.
A Fratelli, em conjunto com outras partes, detém 207,9 milhões de ações da Serabi, o que representa 45,5% do capital social da empresa. Com a emissão dos títulos, a participação dessas partes, juntas, pode chegar, no máximo, a 62%. Do acordo de US$ 7,5 milhões, a Fratelli já emprestou, em 24 de janeiro, US$ 5,5 milhões.
A Serabi assinou um acordo de subscrição condicional com a Fratelli, em que a empresa de investimentos concordou em subscrever um mínimo de 125 milhões de títulos, o equivalente a US$ 10,3 milhões, e um máximo de 37,5 milhões de títulos adicionais, o equivalente a US$ 13,4 milhões.
A Serabi Ouro é uma companhia de exploração e desenvolvimento de ouro voltada para a avaliação e desenvolvimento de jazidas de ouro no Brasil. A mina de ouro Palito é considerada o principal interesse da mineradora e está localizado na região do Tapajós, no estado do Pará, envolvendo cerca de 53 mil hectares de áreas de exploração.

Notícias de Mineração Brasil

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

BBX obtém amostras com teor de até 8 g/t em Eldorado do Juma

Lucas Prado KallasOs resultados de amostras do programa de sondagem de trado em Eldorado do Juma, no Amazonas, da BBX apontaram teores de até 8,23 gramas de ouro por tonelada de minério. As informações foram divulgadas em seu relatório do quarto trimestre de 2013.
Um programa de amostragem inicial compreendendo nove trincheiras foi realizado em torno da barragem de rejeitos, em uma área de aproximadamente 1 mil metros por 300 metros, onde o ouro visível foi previamente observado no saprólito. Os resultados mostraram a presença de ouro nos ensaios em oito dos nove trincheiras.
A amostragem das trincheiras confirmou a presença de ouro em zonas cauliníticas oxidadas. De acordo com a empresa, a presença de ouro em teores econômicos dentro de uma pequena área amostrada é encorajadora. “Esta amostragem constitui o primeiro passo de um programa de exploração sistemática que será realizado em Eldorado do Juma”, afirmou a companhia.
Segundo a BBX, os rejeitos de Eldorado do Juma são compostos principalmente por lodo e areia derivados de siltitos e arenitos. Testes foram posteriormente realizados em amostras selecionadas e demonstraram que a redução no volume original da amostra, de 5 kg a 20 kg para abaixo de 1 kg, por meio de métodos de concentração, que resultou numa boa correlação entre os resultados do ensaio e o ouro visível nas amostras.
Um total de 116 amostras de concentrado foram preparadas posteriormente e, em seguida, enviadas para peneiras metálicas de teste.
No mesmo relatório, a companhia anunciou que os direitos minerários do projeto de ouro Chapada, em Tocantins, que pertenciam à Rio Gameleira Prospecção e Geologia, foram oficialmente transferidos para a mineradora.
O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) concedeu autorização para a cessão total de direitos entre as duas empresas, conforme divulgado no Diário Oficial da União (DOU), na terça-feira (21).
Segundo o comunicado, a BBX fará a transferência imediata dos direitos adquiridos para a Engep Engenharia e Pavimentação, conforme acordado com a Cooperativa Mista dos Garimpeiros e Produtores de Ouro da Chapada da Natividade (Cooperminer), em julho de 2013.

Notícias de Mineração Brasil

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Cosigo encontra 17 gpt de ouro em furo no projeto Machado

Lucas Prado Kallas
A Cosigo Resources anunciou, na última segunda-feira (27), os resultados dos ensaios de quinze furos de sondagem de circulação reversa do projeto de ouro Machado, que fica na fronteira entre Brasil e Colômbia, na região de Taraíra. Um dos furos identificou um interseção entre três e 68,5 metros com 17,1 gramas por tonelada de ouro.
A empresa destacou, também, um furo mostra uma interseção entre 13,7 e 9,1 metros com 2,5 gramas por tonelada de ouro e outro furo que mostra uma interseção entre 1,5 e 44,1 metros com 8,3 gramas por tonelada de ouro.
“Esses resultados nos encorajaram, porque demonstram que o projeto Machado está coberto por várias zonas de mineralização de ouro”, disse Dennis Milburn, presidente e CEO da Cosigo.
A campanha de sondagem de 2013 da Cosigo teve 20 furos. Em 20 de dezembro do ano passado, a empresa anunciou o resultado dos dois primeiros furos de sondagem do projeto Machado. Restam, agora, mais três ensaios para serem analisados.
Na época, um dos furos interceptou o intervalo entre 12,2 e 13,7 metros com 5,5 gramas por tonelada de ouro, incluindo o intervalo entre 7,6 metros e 29 metros com 1,1 grama por tonelada de ouro, incluindo o intervalo entre nove metros e 15 metros com 2,2 gramas por tonelada de ouro. O outro furo encontrou apenas pequenas ocorrências de mineralização de ouro em três zonas.
A Cosigo Resources tem sede em Vancouver, no Canadá, e possui projetos de exploração de ouro no Brasil e na Colômbia. No Brasil, ela é proprietária dos projetos de ouro Castano, Bittencourt e Cerrinha, todos localizados no Cinturão de Ouro Taraíra. De acordo com a Cosigo, as propriedades tem formação geológica similar ao projeto Machado e programas de amostragem e prospecção estão sendo planejados nas áreas.

Notícias de Mineração Brasil
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