sexta-feira, 21 de março de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço é inaugurada

Lucas Prado KallasCom investimento da empresa de mais de R$ 5 milhões, o espaço será referência regional de cultura e educação ambiental
A Anglo American inaugurará, no dia 21 de março, a Estação Ciência Anglo American - Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, espaço criado pela empresa com o objetivo de resgatar e disseminar o conhecimento sobre a cultura e história da região de Conceição do Mato Dentro, onde está sendo implantado o Projeto Minas-Rio. O local, com aproximadamente oito mil metros quadrados, contou com um investimento de mais de R$ 5 milhões e abrigará um acervo composto por objetos, registros áudio visuais, exposições fotográficas, livros e cartilhas.
A Estação Ciência Anglo American - Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço está localizada no quilômetro 23 da rodovia MG-010, e dispõe de auditório, salas de exposição, galpão para oficinas temáticas, laboratório, viveiro de mudas, jardim temático de campo rupestre ferruginoso e anfiteatro. O espaço estará aberto ao público para visitas agendadas de acordo com cronograma de atividades e eventos, em fase de elaboração pela Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente (Amda), organização não governamental (ONG) com mais de 30 anos de atuação em Minas Gerais.
“A criação da Estação Ciência reforça o compromisso da Anglo American com o resgate e preservação das riquezas naturais da região e do patrimônio de comunidades tradicionais locais. Além disso, esperamos que o novo espaço se torne um centro regional de referência no que diz respeito à educação cultural e ambiental”, ressalta o gerente geral de Desenvolvimento Sustentável da Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, José Centeno.
Na mesma data, ocorrerá o lançamento de três livros: “Arqueologia e História”, da autora Sonila Morelo; “Anfíbios”, dos escritores Bruno Pimenta, Danielle Costa, Roberta Murta-Fonseca e Tiago Pezzuti; e “Das Grutas à Luz”, do autor Castor Cartelle. Na obras poderão ser encontradas informações sobre a ocupação histórica das comunidades locais, dados das espécies de anfíbios estudados na Serra do Espinhaço e detalhes sobre patrimônio natural da região.
Em paralelo ao trabalho de implantação da estação, foi realizado o resgate de sítios arqueológicos na região do empreendimento, de onde foram recolhidos vestígios e objetos que também serão expostos, e ainda registros áudio visuais que resultaram em quatro vídeos, um CD interativo e uma exposição fotográfica da memória de comunidades da região.
Para consolidar o centro como disseminador de informações, serão disponibilizadas na data de inauguração cartilhas educativas com materiais sobre arqueologia, geologia, fauna e flora. Além disso, firmará parceria com as secretarias de Educação dos municípios de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas, Dom Joaquim e Serro para realizar visitas guiadas ao centro com o objetivo de incentivar e disseminar a educação ambiental nas dessas comunidades.
Sobre o Projeto Minas-Rio
Principal projeto mundial da Anglo American, o Minas-Rio está em fase de obras e atingirá, em sua primeira fase, uma capacidade de produção de 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro. O empreendimento inclui uma mina de minério de ferro e unidade de beneficiamento em Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas, em Minas Gerais; o maior mineroduto do mundo, com 525 km de extensão e que atravessa 32 municípios mineiros e fluminenses; e o terminal de minério de ferro do Porto de Açu, no qual a Anglo American é parceira da LLX com 50% de participação, localizado em São João de Barra (RJ).

Assessoria


Blog Lucas Prado Kallas -Liebherr renova parceria com Immersive em mineração

Lucas Prado KallasA Liebherr, fabricante de equipamentos industriais para construção e mineração, renovou a parceria para continuar presente na linha de simuladores da Immersive Technologies voltados para a indústria de mineração. As empresas trabalham juntas nessa linha há dez anos, e o novo contrato renova a parceria por mais cinco anos.
De acordo com o novo contrato, a Immersive desenvolverá kits de treinamento específicos para os equipamentos de mineração da Liebherr.
A Liebherr considera essa parceria essencial para o desenvolvimento de simuladores para os equipamentos da marca, para que eles alcancem um alto nível de qualidade no treinamento efetivo de operadores de equipamentos. Isso também assegura que os usuários de simuladores possam alcançar os resultados mensuráveis no site da mina, por meio de treinamento dos operadores para que eles alcancem altos níveis de segurança e produção.
“A estratégia inovadora de desenvolvimento de produtos da Immersive Technologies está bem alinhada com nossos próprios valores. Essa cooperação proporciona valor aos nossos clientes, uma vez que permite desenvolver produtos mais competitivos e contribui para a segurança dos operadores e outro pessoal no local. A Immersive é líder de mercado nessa indústria e muitos dos nossos clientes incentivam essa parceria, para que possamos continuar desenvolvendo produtos para toda nossa gama de equipamentos”, disse Joerg Lukowski, vice-presidente de Vendas e Marketing da Liebherr para o setor de Mineração.
“Essa aprovação é baseada na confiança e credibilidade que a Immersive Technologies oferece com seus produtos de simulação e nós estamos muito orgulhosos de pelo fato de que a parceria com a Liebherr continuará por mais cinco anos”, disse Peter Salfinger, CEO da Immersive Technologies.
Immersive Technologies tem acordos técnicos e de licenciamento exclusivos com outras três fabricantes de equipamentos originais (OEM) do setor de mineração: Caterpillar, Hitachi, Komatsu.
Immersive Technologies é considerada a maior fornecedora mundial de simuladores para indústria de mineração de superfície e subterrânea. Os Simuladores de Equipamento Avançados ajudam as companhias de mineração a aumentar a segurança de seus operadores e a rentabilidade em áreas de mineração por meio de treinamento simulado.
No Brasil, a Liebherr emprega 1.300 pessoas na unidade de Guaratinguetá (SP), onde produz, desde 1974, escavadeira sobre esteiras, escavadeiras sobre pneus, pás carregadeiras, betoneiras, guindastes de torre. Na mesma cidade, o grupo produz peças para aeronaves na Liebherr Aerospace Brasil, desde 2005, segundo o website da empresa.

Notícias de Mineração Brasil

Blog Lucas Prado Kallas -Luna bate recorde de produção e diminui custos operacionais

Lucas Prado KallasA Luna Gold registrou recorde de produção em 2013, com 79.229 onças de ouro, um aumento de mais de 4,9 mil onças em relação a 2012. O custo operacional da empresa foi de US$ 723 por onça de ouro, uma redução de US$ 28 por onça em relação ao ano anterior. Os números constam do relatório de resultados do quarto trimestre de 2013, divulgado hoje (20).
O recorde de produção também foi atingido no último trimestre de 2013, com 22.177 onças, 630 onças a mais que no mesmo período de 2012. O custo operacional do quarto trimestre foi de US$ 652 por onça de ouro, uma redução de US$ 16 por onça em relação ao mesmo período do ano anterior. O custo total de produção foi de US$ 982 dólares por onça de ouro, uma redução de US$ 152 por onça na comparação com o quarto trimestre de 2012.
O custo total de produção no ano passado foi de US$ 1.056 por onça de ouro, uma redução de US$ 149 por onça em relação a 2012. O fluxo de caixa das atividades operacionais, antes de alterações no capital de giro, foi de $23,1 milhões, uma baixa de US$ 8,4 milhões (US$ 0,08 por ação) em relação ao ano anterior. Após as mudanças no capital de giro, o valor registrado foi de US$ 17,3 milhões.
O lucro líquido diminuiu de US$ 11,2 em 2012 para US$ 7,8 milhões (US$ 0,07 por ação) em 2013. Segundo o relatório, o saldo de caixa da mineradora, no final de fevereiro deste ano, era de US$ 25 milhões.
A Luna afirmou que a primeira fase de expansão na mina de ouro Aurizona, no Maranhão, está progredindo e que a engenharia do projeto, incluindo a engenharia de detalhamento local, está 97% completa e a construção está 48% concluída. O comissionamento da primeira fase está previsto para o segundo semestre deste ano.
De acordo com a Luna, a meta de produção para 2014 é de 85 mil a 95 mil onças de ouro. O custo operacional médio previsto para este ano é de US$ 690 a US$ 740 por onça de ouro. O custo de produção total está estimado de US$ 800 a US$ 900 por onça de ouro. As despesas de capital estão previstas para US$ 9 milhões ao longo de 2014.
A mineradora disse que os custos com as atividades restantes da primeira fase de expansão de Aurizona estão estimados em cerca de US$ 12,5 milhões.
No dia 25 de fevereiro, a companhia concluiu um acordo de compras para subscrição de cerca de 16,9 milhões de ações ordinárias, a um preço de US$ 1,06 por ação, gerando receita bruta de aproximadamente US$ 18 milhões para a empresa.
A Luna Gold é uma empresa canadense dedicada a operar, expandir e explorar projetos de ouro no Brasil.

Notícias de Mineração Brasil

quarta-feira, 19 de março de 2014

Blog Lucas Kallas -IBRAM realiza 8ª edição do CBMINA

Lucas KallasO Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) rInstituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) realiza entre os dias 6 e 8 de agosto de 2014, em Belo Horizonte (MG), a oitava edição  do CBMina, fórum que reúne o Congresso Brasileiro de Mina a Céu Aberto e o Congresso Brasileiro de Mina Subterrânea. O evento, que ocorre a cada dois anos, é resultado da parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).   
       
O Congresso tem o objetivo de promover a discussão e a difusão do conhecimento sobre avanços tecnológicos,  solução de problemas, desafios e tendências para as áreas de lavra a céu aberto e lavra subterrânea. Além disso, visa discutir as práticas rotineiras de seus processos produtivos em talk-shows com líderes do setor mineral, workshop técnico sobre tema de grande destaque, palestras, trabalhos técnicos e a exposição de equipamentos e serviços.
       
Segundo o Diretor de Assuntos Ambientais do Ibram, Rinaldo Mancin, é de extrema importância que o setor esteja em permanente discussão. “O setor mineral é um dos mais importantes para a economia brasileira. Abriga uma enorme massa de trabalhadores, além de representar entre 3% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). A mineração é uma atividade determinante para o sucesso da balança comercial nacional e, por isso, deve estar sempre se atualizando”, afirma. 
       
Mancin ressalta ainda que, desde a primeira edição, o evento tem como foco congregar a academia e a indústria mineral, criando oportunidades mútuas e um ambiente fértil para a discussão de temas técnicos com o intuito de aprimorar a atividade mineral.
       
A apresentação de trabalhos técnicos durante o CBMina pode ser feita por estudantes e profissionais de diferentes empresas do ramo da mineração. As submissões estão abertas, podem ser efetuadas pelo sitewww.cbmina.org.br e seguem até 18 de abril de 2014.  A Data limite para efetivação da inscrição do autor apresentador para inclusão do Trabalho no Programa Oficial e no CD-ROM do Congresso é no dia 6 de junho de 2014. Serão premiados os três melhores trabalhos na Categoria “Estudantes de Cursos Técnicos e Graduação” e o melhor trabalho na Categoria “Profissional”
       
Os trabalhos devem abordar temas como Barragens de Rejeitos (tecnologia, implantação e gestão), Controle de Qualidade, Economia Mineral/Avaliação Econômica, Fechamento de Mina, Geomecânica Aplicada, Hidrogeologia (gestão de recursos hídricos e controle de drenagem ácida), Meio Ambiente (controle ambiental e recuperação de áreas mineradas), Operações Unitárias (automação e outras tecnologias), Planejamento de Lavra, Saúde e Segurança, Ventilação de Mina Subterrânea, Mineração e Sustentabilidade (biodiversidade e comunidades) e Prospecção e Exploração Mineral.

Minérios & Minerales

 
 

Blog Lucas Kallas -Polo de cobre do RJ pode atrair indústrias do setor

Lucas KallasA Indústria Brasileira de Metais (Ibrame) quer atrair outras empresas do setor para a região de Itatiaia (RJ), onde foi inaugurada a IBR-LAM, primeira indústria de cobre do Estado. “Queremos mostrar a nossa capacidade de produção, logística e infraestrutura, e tentar atrair clientes e fornecedores para perto de nós”, afirmou o CEO Sérgio Ragusa, durante a inauguração na sexta-feira (14).
A IBR-LAM é a primeira das duas plantas que o Ibrame construirá no Estado. A segunda planta, a Ibrame Metais, está prevista para o segundo semestre deste ano e comprará parte da produção da IBR-LAM para produzir fios, cordas e barras. As duas plantas irão gerar 200 empregos diretos e 600 indiretos.
Segundo Ragusa, aproximadamente 85% dos profissionais contratados são da região. “O objetivo é capacitar a mão de obra local, que terá oportunidades de desenvolver suas capacidades com a instalação de uma escola técnica no município, em parceria com a prefeitura de Itatiaia”, afirmou.
“Acredito que a instalação da IBR-LAM em Itatiaia pode atrair empresas de transformação de metais. É um passo a mais que o Estado dá com um metal de grande valor como o cobre, pois trará uma circulação econômica mais forte”, disse.
A IBR-LAM aumentará o faturamento da Ibrame de R$ 2 bilhões para R$ 3 bilhões em três anos. O investimento coloca a empresa entre as principais fornecedoras de cobre do Brasil. “Como o cobre semielaborado é um insumo básico para diversos processos industriais, a presença da IBR-LAM na região tem potencial para atrair outras empresas da cadeia de processamento”, disse Luiz Osvaldo Pastore, diretor-presidente da Ibrame.
O cobre participa da cadeia produtiva da indústria de base e é matéria-prima para os setores automotivo, telecomunicações, mineração e óleo e gás. Em 2012, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, assinou um decreto que determina tratamento tributário especial para a cadeia do cobre. “Essa indústria vai beneficiar muito essa região e trará outras indústrias de transformação”, afirmou Cabral na cerimônia de inauguração.
Entre as autoridades presentes no evento, estavam o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), vice-governador Luiz Fernando de Souza Pezão (PMDB), os senadores Ricardo Ferraço (PMDB) e Valdir Raupp (PMDB), e o prefeito de Itatiaia, Luis Carlos Ypê (PP).

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Blog Lucas Prado Kallas -Anglo estuda utilização de escória na produção de asfalto

Lucas Prado KallasA Anglo American está estudando formas de reaproveitar a escória descartada de sua operação de níquel, em Niquelândia (GO), como substituto de insumos para a produção de asfalto. O primeiro teste já foi feito no estacionamento da unidade de níquel Codemin, em Niquelândia.
O trabalho “Estudos para Utilização de Escória de Ferroníquel das Plantas de Barro Alto e Codemin na Construção Civil” está sendo desenvolvido parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Instituto Militar de Engenharia (IME) do Rio de Janeiro.
De acordo com Marcelo Galo, gerente de meio ambiente da unidade de negócio Níquel, Nióbio & Fosfato da mineradora, essa escória já é utilizada pela indústria cimenteira, mas em pequena escala. Com isso, a maior parte do resíduo gerado pela indústria de níquel fica depositada ao lado da usina.
Galo explica que o resíduo gerado não traz riscos ao meio ambiente, mas que a companhia quer encontrar uma solução para esse passivo que é gerado.
Já foram realizados vários testes físico-químicos nos laboratórios do IME para avaliar o potencial da utilização desse resíduo. Os testes realizados consistiram em utilizar 40% de escória de ferroníquel no revestimento asfáltico e 30% na base de um pavimento asfáltico de uma área de 3.000 m² na Codemin.
A escória é utilizada em na mistura asfáltica como substituição parcial da brita na pavimentação de estradas e ruas. Também está sendo estudada a possibilidade de utilização da escória na construção civil. A escória pode sair com a mesma granulometria da areia e pode substituir parcialmente o uso na fabricação de blocos de concreto.
Quando o estudo se transformar em negócio, ele poderá contribuir para a diminuição da extração de minerais utilizados na construção civil, como brita e areia, além de dar um melhor destino para os passivos ambientais gerados pela indústria, ressaltou Marcelo Galo.
Ainda não é possível contabilizar por quanto o material seria vendido e qual a economia que as fabricantes de asfalto ou materiais de construção teriam caso optem por utilizar a escória. Segundo o gerente, isso ainda será estudado em uma próxima etapa do projeto.
“O que procuramos é a viabilidade do uso. Depois [o projeto] terá que passar por uma análise comercial”, disse Galo, ressaltando que o maior objetivo do projeto é buscar uma solução ecologicamente correta para o passivo ambiental. Mas ele afirma que a alternativa é competitiva, o que trará uma grande vantagem para a indústria, além de ter o apelo ambiental.

Notícias de Mineração Brasil


sexta-feira, 14 de março de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Olavo Machado Junior é reeleito na Fiemg

Lucas Prado KallasA indústria mineira precisa de igualdade de tratamento para poder se diversificar cada vez mais e aumentar sua contribuição ao desenvolvimento da economia do Estado. Esta é a avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado Junior, reeleito ontem para mais quatro anos à frente da entidade.
Segundo ele, é grande o potencial das empresas mineiras. Porém, para que o mesmo seja aproveitado, é preciso que o governo adote medidas mais assertivas e menos centralizadas. "Nosso desejo, enquanto representante do setor no Estado, é que a indústria possa estar presente de maneira sólida no mercado nacional e internacional. Temos capacidade de ajudar a atividade no país, mas é necessário um esforço de todos para equalizar as condições de competitividade", diz Machado Junior.
Em seu primeiro mandato, que começou em 2010 e se encerra no dia 15 de maio, quando é comemorado o Dia da Indústria, foi dada prioridade, entre outras coisas, à questão da competitividade. Nesse sentido, o presidente da Fiemg destaca quatro ações realizadas nos últimos quatro anos. E adianta que na gestão 2014-2018 o trabalho será de continuidade.
"Nesse período, destacamos a implantação do Senai/Cetec, que visa à diversificação da nossa indústria; a escola móvel do Sesi/Senai, que leva oportunidade de trabalho a inúmeros mineiros; o Minas Sustentável, que representa o desenvolvimento consciente do Estado; e a segurança do trabalho, importante em todos os campos de atuação", enumera.
Machado Junior ressalta ainda que durante seu novo mandato à frente da entidade, o objetivo será manter estas e outras iniciativas, sem, no entanto, deixar de ousar na implementação de novas estratégias para alavancar e promover a valorização da indústria, defendendo os interesses do setor.
Por isso, conforme ele, o trabalho deverá ser focado tanto na área de tecnologia, na busca de melhores condições para investimentos, quanto na de recursos humanos, para proporcionar mais treinamentos e melhoras as condições de trabalho aos funcionários das empresas do segmento. Outro trabalho que deverá ser feito pela Fiemg é a busca por uma representatividade adequada na política.
Unanimidade - Machado Junior foi reeleito por unanimidade, pela primeira vez na história da entidade. Dos 136 sindicatos filiados, 133 estavam aptos a votar na eleição da nova diretoria. Dois justificaram a ausência, 131 se credenciaram para a votação e 128 presenças foram registradas. Todos os presentes votaram na chapa única, não tendo sido registrado nenhum voto nulo ou em branco.
Além dele, foram eleitos vice-presidentes: Aguinaldo Diniz Filho, Alberto José Salum, Carlos Mário de Moraes, Edwaldo Almada de Abreu, Flávio Roscoe Nogueira, José Batista de Oliveira, José Fernando Coura, Lincoln Gonçalves Fernandes, Luiz Fernando Pires, Petrônio Machado Zica, Ricardo Vinhas, Romeu Scarioli, Teodomiro Diniz Camargos, Valentino Rizzioli e Vicente de Paula Aleixo Dias.

Diário do Comércio