sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Blog Lucas Prado Kallas- CHINA COMPRA MAIS MINÉRIO DE FERRO DE MELHOR QUALIDADE

A Rio Tinto disse que as siderúrgicas da China estão aumentando as compras de minério de ferro de melhor qualidade como parte do esforço para reduzir o impacto ambiental. "Isso significa que elas estão indo em direção a produtos com melhores especificações", afirmou o presidente da Rio Tinto, Sam Walsh.
Em base anualizada, a produção de aço da China está atualmente em cerca de 780 milhões de toneladas, acima das 702 milhões de toneladas do último ano, afirmou o presidente da Rio tinto. "Nós temos visto crescimento, mas nós também temos visto muito excesso de capacidade", afirmou em um evento à indústria em Perth.
Walth lembrou que o governo chinês quer retirar 80 milhões de toneladas da capacidade, principalmente por meio de siderúrgicas menores e pouco eficientes, que não atendem aos melhores padrões ambientais. 
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Blog Lucas Prado Kallas- ECONOMIA BRASILEIRA CRESCERÁ 2,1% E INDÚSTRIA TERÁ EXPANSÃO DE 2% NO PRÓXIMO ANO

Presidente da CNI lembra, no entanto, que a indústria pode crescer mais se ganhar competitividade. Para isso, o país precisa resolver, com urgência, a burocracia e as questões trabalhistas.
A economia brasileira crescerá 2,1% no próximo ano, menos do que os 2,4% estimados para 2013.  A indústria deverá ter uma expansão de 2,0% em 2014, superior ao 1,4% previstos para 2013. As estimativas estão na edição especial do Informe Conjuntural, que a  Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta quinta-feira, 19 de dezembro.
No entanto, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, afirmou que o país tem condições de crescer mais. "Há muitos obstáculos, mas há muitas oportunidades", disse Andrade. Segundo ele, a indústria brasileira é diversificada, vem fazendo investimentos em tecnologia e inovação e pode crescer de 4% a 5% ao ano.
Mas, lembrou Andrade, as empresas, principalmente as exportadoras, enfrentam problemas com a concorrência externa. "O Brasil não tem competitividade", acrescentou. Para ele, o país precisa resolver com urgência a questão da  burocracia e da legislação trabalhista. "A burocracia dificulta qualquer empreendimento e desestimula os investimentos. Até na vida pessoal, a burocracia nos penaliza", afirmou.
Legislação trabalhista - Além disso, Andrade destacou que  as questões trabalhistas estão cada vez mais complexas. Isso é resultado da falta de clareza da legislação e das interpretações da Justiça do Trabalho que, muitas vezes, não reconhece os acordos negociados livremente entre empregados e trabalhadores, o que gera insegurança para as empresas.
O presidente da CNI disse ainda que o país precisa investir na infraestrutura e no desenvolvimento de um sistema de logística eficiente. Reconheceu as dificuldades do governo para reduzir a carga tributária, mas defendeu a desoneração dos investimentos e o aperfeiçoamento da gestão do Estado e das empresas. "Devemos trabalhar para desonerar os investimentos. O Brasil é o único país que tributa os investimentos."
Ele lembrou que a CNI, com a contribuição de mais de 500 líderes empresariais, identificou no Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 os dez fatores-chave da competitividade brasileira, que são: educação, ambiente macroeconômico, eficiência do Estado, segurança jurídica e burocracia, desenvolvimento de mercados, relações do trabalho, financiamento, infraestrutura, tributação e inovação e produtividade. Andrade informou que a CNI está preparando propostas para o país ganhar competitividade. "Vamos apresentar as propostas aos candidatos à Presidência da República e trabalhar para que as medidas sejam implementadas", destacou.
Investimento e consumo - O estudo da CNI avalia que a queda no ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) será resultado da desaceleração dos investimentos, que devem ter expansão de apenas 5% no próximo ano, frente aos 7,1% previstos para 2013. A desaceleração dos investimentos, de um lado, será resultado do aumento da taxa de juros e do baixo patamar de confiança dos empresários. "De outro lado, em 2014 não teremos a contribuição excepcional do investimento em equipamentos de transporte que marcou 2013", diz a CNI.
O aumento dos juros também afetará o consumo das famílias, que deverá crescer 1,7% no próximo ano, menos que os 2,1% estimados para este ano. A diminuição do ritmo do consumo, que foi o motor da economia nos últimos anos, também será motivada pelo menor reajuste do salário mínimo e pelas dificuldades de acesso ao crédito.
Inflação e câmbio - A CNI estima ainda que a inflação alcançará 6% em 2014, acima da meta de 4,5% fixada para o ano e maior que os 5,7% previstos para 2013. "Alguns fatores justificam essa situação: o fim do efeito da desoneração da energia elétrica elevará o acumulado em 12 meses dos preços administrados e o câmbio mais desvalorizado deverá ter efeito mais perceptível no ano que vem", avalia o estudo.
“O desafio para 2014 é aproximar a inflação em relação à meta, mas sem ter distorções nos preços administrados”, disse o diretor de Políticas e Estratégia da CNI, José Augusto Fernandes. Com a previsão de inflação acima do centro da meta, a CNI estima uma nova alta nos juros básicos da economia no início de 2014. Assim, a taxa Selic alcançará 10,50% e se manterá nesse patamar até o fim de 2014.
“Em função da inflação ainda elevada e das taxas de juros internacionais em alta, a taxa brasileira também deve permanecer nesse patamar. Os juros altos desaceleram o consumo e desestimulam os investimentos. Todo o custo financeiro das empresas é impactado”, afirmou o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.
De acordo com as previsões da CNI, o dólar continuará se valorizando e valerá em média R$ 2,35 em 2014, acima dos R$ 2,15 deste ano. O superávit comercial brasileiro, na avaliação da CNI, será de US$ 740 milhões, o menor desde 2000. As exportações fecharão o ano em US$ 239,4 bilhões, valor 1,3% inferior ao registrado em 2012. As importações somarão US$ 238,7 bilhões.
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Blog Lucas Prado Kallas- ALCOA FORNECE ALUMÍNIO PARA EMBARCAÇÃO QUE ATENDERÁ AS DEMANDAS DO PRÉ-SAL

Companhia forneceu 15,6 toneladas de alumínio extrudado para Zeppelin Systems Latin America, responsável pela estrutura do novo barco
A Alcoa, líder mundial na produção de alumínio primário e alumínio transformado, forneceu 15,6 toneladas de alumínio extrudado para a produção da quarta embarcação do Plano de Renovação da Frota de Embarcações de Apoio Marítimo (Prorefam), da Petrobras, para atender às demandas do pré-sal. O mais novo componente da frota, o BS Maresias, possui toda a sua estrutura de alumínio e foi soldada e fabricada pela Zeppelin Systems Latin America. O barco comporta 150 toneladas de carga, 60 passageiros, 40 m3 de água doce e 138 m3 de óleo diesel, com velocidade de cruzeiro de 25 nós – equivalentes a 46 km/h.
“Estamos muito orgulhosos em participar de um projeto desse porte. Essa parceria demonstra, mais uma vez, o quanto a indústria nacional é capaz de atender tecnicamente, com produção, inovação e mão de obra local. Devido ao peso do alumínio, o uso da matéria-prima possibilitou rigidez e velocidade maiores. No transporte de pessoas e material, a velocidade é fundamental, principalmente quando as plataformas ficam muito distantes da costa - até 300 km da costa”, explica Anderson Oba, gerente de Marketing & Planejamento Estratégico da divisão de Extrudados da Alcoa América Latina & Caribe.
A Brasil Supply – associação entre Cotia Trading, Petrobras Distribuidora, Grupo Suzano e Grupo Gerhardt Santos – é a empresa que realizou a entrega para a Petrobras da quarta embarcação de um lote de 17 navios contratados. A companhia contratou a Zeppelin, parceira da Alcoa há aproximadamente oito anos, para a realização dos serviços de edificação do casco e da estrutura do novo barco.
“O trabalho foi uma demonstração da excelência da tecnologia disponível no Brasil. A Alcoa com seus extrudados e a Zeppelin com capacidade de fabricação de alta qualidade na execução de um projeto de ponta. O projeto confirmou as grandes vantagens da fabricação de barcos em alumínio. Ainda serão fabricados mais 16 barcos com comprimento entre 30 e 48m com alumínio da Alcoa”, ressalta Ricardo B. Santos, diretor da Zeppelin.
Para ver o filme da prova de mar do B S Maresias clique neste link:
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Blog Lucas Prado Kallas- MINERADORAS DEVEM INOVAR E RETOMAR OS PROJETOS DE EXPANSÃO PARA CRESCER EM 2014

O desafio agora é inovar, intensificando medidas voltadas para a produtividade e para a gestão sustentável de custo
A pesquisa “As tendências da mineração - As dez principais questões que as empresas enfrentarão em 2014”, realizada pela Deloitte, aponta para a necessidade das empresas em alterar suas abordagens à redução de custos por meio da adoção de práticas mais sustentáveis de gestão de custos. Elas devem adotar novas formas de tecnologia para ganhar maior percepção de suas métricas de desempenho subjacentes e abordagens mais inovadoras não somente da perspectiva operacional, mas também com relação a programas de gestão financeira, de talentos, saúde e segurança.
Em sua sexta edição, o estudo destaca ainda os principais indicadores da indústria de mineração e identifica as soluções para que as empresas consigam gerir melhor os negócios.  “O alto custo de fazer negócios superou a nossa lista de tendências de mineração nos últimos três anos, e continua a dominar o pensamento da indústria embora que muitos esforços estejam se voltando agora para o aumento da produtividade”, avalia o sócio-líder da Deloitte para o atendimento às empresas de mineração no Brasil, Eduardo Raffaini.
As dez principais questões que as empresas de mineração enfrentarão em 2014:
Custos elevados – O valor dos insumos e produção, desde mão de obra e energia até equipamentos e suprimentos, permanece alto. Para reduzir os custos de forma sustentável, as empresas devem melhorar a produtividade, adotando modelos operacionais e sistemas de gestão.
Adequar oferta e demanda – As oscilações de oferta e demanda e as quedas contínuas do preço das commodities afetaram o desempenho do setor. No entanto, indicadores de demanda em longo prazo permanecem robustos, principalmente pela urbanização contínua da China. Para lidar com a volatilidade, as empresas devem ser estratégicas com o portfólio de projetos, reconhecer o valor total de seus ativos em seus balanços patrimoniais resolvendo a desconexão entre valor e preço.
Busca pela inovação - As mineradoras por muito tempo dependeram de pesquisas e perfurações custosas e, não raro,ineficientes para descobrir novos depósitos de minerais. No entanto, ao replicar técnicas como simulação, modelamento técnico e sismologia 3D e 4D do setor de petróleo e gás, é possível identificar depósitos ricos em minerais de forma mais econômica. É preciso adotar tecnologias emergentes de forma mais estratégica.
Procura por financiamentos – As empresas buscam novas fontes de financiamento como fundos soberanos, private equity, mercados de ações não-tradicionais na Ásia, Estados Unidos e na Europa, além de fundos de pensão.
Melhoria da alocação de capital – Em resposta às demandas de investidores e analistas, empresas de mineração têm desenvolvido enormes reservas de projetos.
Poder às comunidades – À medida que as comunidades se tornam mais sofisticadas em suas negociações, as empresas mineradoras devem adotar estratégias para se aproximar mais das pessoas envolvidas, melhorando a comunicação, desenvolvendo programas personalizados de treinamento de trabalhadores e integrando fornecedores locais.
Nacionalismo de recursos – As mineradoras devem melhorar o diálogo para desenvolvimento de políticas, coordenação de projetos de infraestrutura locais e envolvimento de todos os níveis do governo, que, por outro lado, deve promover maior estabilidade regulatória para as empresas.
Repressão à corrupção – A conscientização elevada de grupos civis e da comunidade local tende a elevar a atenção para os problemas de corrupção. Para evitar as armadilhas, as empresas devem intensificar seus processos de monitoramento anticorrupção, especialmente em regiões remotas, por meio de políticas e controles internos, auditorias de compliance, avaliações de riscos e atualizações de sistemas de prestação de contas.
Maior segurança – As empresas de mineração precisam de uma abordagem mais sofisticada para análise de segurança. As empresas devem re-examinar as práticas de trabalho e simular eventos de alto risco e combinar dados-padrão de segurança com fontes de dados não tradicionais.
Escassez de talentos – No tumultuado cenário econômico atual, as empresas de mineração estão divididas entre a redução dos custos de mão de obra e a retenção de talentos essenciais. Isso exige uma abordagem de duas vertentes focadas tanto na administração fiscal quanto no desenvolvimento de talentos. As estratégias a serem consideradas incluem: estratégia de aquisição e retenção de talentos focada especificamente em fechar todas as lacunas na experiência operacional e Adotar novos ambientes de treinamento.
Para acessar o relatório completo, visite: www.deloitte.com.br
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Blog Lucas Prado Kallas- MINERADORA EFETIVA DOAÇÃO DE PRÉDIOS À UEMA

A empresa Vale/SA efetivou a doação de dois prédios à Universidade Estadual do Maranhão (Uema). Os imóveis, que foram cedidos à instituição nos anos de 2001 e 2009, abrigam o Centro de Estudos Superiores de Santa Inês (Cessin) e o Centro de Estudos Superiores de Açailândia (Cesa), respectivamente.
Além de servir como instrumento para as atividades acadêmicas, a iniciativa contribui para a maior oferta de turmas e novos cursos, efetivando a formação de mão de obra qualificada nas regiões. Atualmente, o Centro de Estudos Superiores de Santa Inês oferta os cursos de Enfermagem Bacharelado, Pedagogia Licenciatura e Bacharelado, Letras Licenciatura e Biologia Licenciatura, por meio do Programa Darcy Ribeiro.
Já o Centro de Estudos Superiores de Açailândia contempla os cursos de Matemática Licenciatura, Ciências Biológicas Licenciatura, Letras Licenciatura, Administração Bacharelado, e Tecnólogo em Gestão Ambiental. O Cesa ainda abriga os cursos de Administração Pública Bacharelado e as Licenciaturas em Pedagogia e Filosofia pelo UemaNet; assim como Química, Física, Biologia e Matemática pelo Programa Darcy Ribeiro. De acordo com a direção da empresa, a Vale reafirmou seu compromisso de atuar em prol do fortalecimento dos recursos humanos e contribuir com o desenvolvimento social e econômico do Estado do Maranhão.
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Blog Lucas Prado Kallas- NOVELIS INVESTE MAIS US$ 205 MILHÕES EM EXPANSÃO

A Novelis anunciou investimento adicional de US$ 205 milhões nas suas operações globais que atendem ao mercado automotivo. A empresa vai construir novas linhas de acabamento em suas fábricas em Oswego, NY, Estados Unidos, e Nachterstedt, Alemanha, dedicada à produção de folha de alumínio. Cada linha terá capacidade para produzir 120 mil t/ano.
As ampliações têm como objetivo atender à demanda global crescente das montadoras para a folha de alumínio, o que a empresa espera crescer mais de 30% ao ano até o final da década. Quando as novas linhas estiverem operando, no final de 2015, a capacidade de produção de folhas de alumínio da Novelis atingirá cerca de 900 mil t/ano. "Com a adição dessas duas novas linhas, investimos cerca de US$ 550 milhões para expandir a capacidade automotiva global da Novelis nos últimos dois anos", disse Phil Martens, Presidente e CEO da Novelis.
"Este compromisso - apoiado pela nossa história de inovação de tecnologia automotiva, experiência em produção de volume e presença global incomparável - reforça nossa posição de liderança reconhecida como o parceiro favorito para os fabricantes de automóveis”. A Novelis está construindo também fábrica em Changzhou, na China, que deverá iniciar a produção em meados de 2014.
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Blog Lucas Prado Kallas- PRODUÇÃO DE OURO É RECORDE EM PARACATU

A produção de ouro na mina de Paracatu, no Noroeste de Minas, da canadense Kinross Gold Corporation atingiu o recorde de 135,548 mil onças no terceiro trimestre. O resultado representa crescimento de 21,5% na comparação com o mesmo intervalo do ano passado (111,558 mil onças), conforme dados divulgados pela companhia na Bolsa de Valores de Toronto.
Entre julho e setembro deste ano, as vendas do metal precioso extraído no complexo minerário de Paracatu somaram 140,3 mil onças. O volume representa incremento de 33,6% em relação ao terceiro trimest
re de 2012, quanto totalizou 104,937 mil onças.
Com o resultado recorde verificado no trimestre, a companhia canadense registrou a produção de 375,686 mil onças de janeiro a setembro. O resultado é 12,2% superior ao verificado nos primeiros nove meses do exercício passado (334,595 mil onças).
Já as vendas cresceram 14% na mesma base de comparação. O volume comercializado pela mineradora passou de 333,853 mil onças para 380,604 mil onças no acumulado até setembro deste ano.
A mina de Paracatu responde pela maior produção da companhia na América do Sul. No continente, que foram 663,574 mil onças de ouro produzida entre janeiro e setembro. O volume é 6,7% maior que o verificando no mesmo intervalo de 2012, quando somou 621,834 mil toneladas. No continente, a Kinross conta também com os complexos La Coipa e Maricunga, ambos no Chile.
As vendas das três jazidas em operação no Brasil e no Chile totalizaram 677,514 mil onças no acumulado dos primeiros nove meses do ano, contra 626,378 mil onças de janeiro a setembro de 2012. O resultado representa incremento de 8,1% no período.
A produção global da companhia cresceu 4,7% no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2012. O volume atingiu 2,004 milhões de onças até setembro, ante 1,914 milhão de onças de ouro nos primeiros nove meses do exercício passado.
Balança - O ouro é um dos principais itens do ranking de exportações do Estado. Entre janeiro e novembro os embarques do metal precioso movimentaram US$ 1,071 bilhão. Apesar disso, o valor representa retração de 16,3% na comparação com os primeiros 11 meses do ano anterior (US$ 1,281 bilhão), de acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).
No acumulado do ano até novembro, foram exportadas 22,070 toneladas de ouro extraídas em Minas Gerais, contra 23,910 toneladas nos primeiros 11 meses do exercício passado. O resultado representa queda de 7,6% no período.
Diário do Comércioeração, valeBiogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Min,