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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Blog Lucas Prado Kallas- Programa Integrar se consolida com resultados positivos em Paracatu

Lucas KallasEstimular resultados transformadores com novas perspectivas de desenvolvimento pessoal e profissional para crianças, jovens e adultos de Paracatu. Esse é o Programa Integrar, que desde 2011, envolve toda a comunidade na busca de ferramentas que estimulam a capacitação, o empreendedorismo, a sustentabilidade e a geração de renda para a comunidade. Todos os trabalhos são desenvolvidos com parceiros e já refletem resultados positivos em seus quatro eixos: Educação, Cultura, Geração de Trabalho e Renda e Educação Ambiental.
“São três anos de uma política de investimento social que busca unir forças e construir, em parceria com a comunidade iniciativas duradouras e sustentáveis, que se desdobrem em resultados transformadores, gerando valor aos envolvidos e fortalecendo as políticas públicas existentes”, afirma Ana Cunha, gerente de Comunicação e Relacionamentos com a Comunidade da Kinross. “A empresa é apenas uma das engrenagens e sem o engajamento de toda a comunidade, incluindo associações, escolas e poder público não seria possível colhermos resultados tão positivos”.
Em 2013, mais de 800 alunos e 100 educadores de nove escolas de Paracatu participaram de 62 atividades que foram apoiadas pela Kinross. Mais de 9.200 pessoas da comunidade participaram das 106 ações e atividades artísticas com a mobilização de 26 grupos culturais locais. Na geração de trabalho e renda, 11 organizações foram apoiadas com 156 beneficiários diretos, contando com a parceria com importantes entidades nacionais como a Aliança Empreendedora e o Laboratório Piracema de Design. Já o eixo de Educação Ambiental já impactou quase sete mil pessoas nos três anos do Programa Integrar.
Educação
O ano foi marcado pela consolidação de atividades e ações que contribuem para a melhoria da aprendizagem dos alunos e para a elevação do Ideb das escolas públicas de Ensino Fundamental do município, com ênfase nos desafios de Língua Portuguesa e Matemática. A parceria envolveu nove escolas, sendo seis municipais e três estaduais. Nos três anos, 1741 alunos foram beneficiados e a participação na Prova Brasil teve uma melhora em 13%, em comparação ao período anterior.
Receberam prioridades as ações de reforço escolar, desenvolvidas nas escolas com apoio de 22 bolsistas universitários, o apoio a projetos pedagógicos de Português e Matemática nas turmas do 5º e 9º ano. Teve destaque também o envolvimento das famílias, estimulando maior participação na vida escolar. Já os professores de todo o município participaram de palestras e oficinas de formação.
Um ótimo exemplo foi uma ação desenvolvida pela professora Maria Adelina Camargo Almeida, da escola Municipal Maria Trindade. Para incentivar à leitura ela criou um mural com livros e gibis para os alunos. Além disso, foi feita a premiação dos primeiros lugares, que serviu de motivação para a continuação do trabalho e empenho dos alunos. “Houve um resultado significativo no desempenho dos alunos. Percebemos que foi devido ao desenvolvimento da leitura, interpretação e a escrita ortográfica. Os professores têm diagnosticado esse resultado no decorrer das atividades em classe” contou Maria.
Cultura
São mais de 200 anos de história e a cidade de Paracatu preserva riquezas únicas em sua pujante cultura que mesclam tradição com modernidade. As iniciativas do Programa Integrar neste eixo são voltadas para potencializar a arte no município, o resgate de sua história e o desenvolvimento de produtos e novos negócios. Por meio de parcerias com associações locais foram realizadas mais de 150 apresentações artísticas, desde 2011, que tiveram a participação de cerca de 21 mil pessoas e mobilizou, neste ano, 26 grupos artísticos locais. Eles também receberam apoio por meio de 105 horas de consultoria especializada.
Apenas no Circuito Integrar – projeto realizado em escolas de Paracatu e que leva diversão, aprendizado, arte e cultura para toda a comunidade por meio de apresentações culturais, oficinas e exposições – foram 303 horas de oficinas culturais, nas mais diversas expressões artísticas, em 18 edições no ano.
Destaque também para o lançamento dos catálogos de gastronomia e de artesanato local. Disponibilizados em formato digital, os catálogos e a revista são produtos concretos da diversidade cultural e gastronômica existentes no município e possuem o objetivo de valorizar em primeiro lugar as pessoas, responsáveis diretas por manterem vivos os valores culturais da cidade e suas expressões criativas.  Outra ação concreta do programa foi o lançamento de uma revista alusiva aos 50 anos da Banda Lyra.
Geração de Trabalho e Renda
Recentemente, a Kinross realizou o Projeto Piracema, no qual foram mais de dez dias de intenso trabalho, envolvendo cerca de 40 artesãos locais e a equipe de profissionais do Laboratório Piracema de Design. A ideia era promover uma coleção de artesanato local com marca e design próprios, valorizando a tradição e auxiliando a produção local a alcançar parâmetros de qualidade ainda mais altos, promovendo a geração de trabalho e renda.  O grupo já realizou a sua primeira exposição no início do mês de novembro.
“O Programa Integrar está desenvolvendo, junto com a sociedade local, iniciativas que contribuam para o desenvolvimento de Paracatu. Projetos como o Bordando Paracatu com Arte (Associação dos Artesãos) e Tecelagem Casulo (Associação Esther Siqueira Tillmann), apoiados desde 2011, contribuem para preservar riquezas únicas e auxiliam na renda das famílias”, afirma Ana Cunha, da Kinross.
Em 2013, também foram selecionados seis projetos voltados para a geração de trabalho e renda, sendo cinco de continuidade, e com o compromisso de apoio da Kinross até o final do próximo ano. O Programa Integrar também realizou 50 horas de capacitação específica com foco na área de atuação para todas as instituições beneficiadas.
Neste eixo, os trabalhos são voltados para o fortalecimento do capital social, estimulando a formação de redes e parcerias entre organizações locais, propiciar o desenvolvimento de projetos com potencial para incremento de renda e melhoria da qualidade de vida dos beneficiários além de promover a qualificação de organizações com vistas aos resultados e à sustentabilidade dos projetos.
Educação Ambiental
A Kinross Paracatu entende que a educação ambiental é um caminho para a conscientização e a formação de cidadãos e grupos sociais, visando à conservação do meio ambiente e à implantação de um modelo de desenvolvimento em bases sustentáveis. No Programa Integrar a educação ambiental tem como foco a comunidade escolar. Foram nove ações desenvolvidas, em 2013, com nove escolas da cidade envolvendo 2267 alunos.
Um dos projetos é o “Quem conta um conto”, ação educativa desenvolvida por funcionários, familiares, comunidade e professores voluntários. São contadas histórias a grupos de crianças nas escolas, que por meio de interações lúdicas desenvolvem competências e conscientização sobre o meio ambiente.  O conteúdo dos textos literários selecionados tem em comum a abordagem de questões ambientais.
“A oficina veio consolidar o Projeto Pedagógico da escola que visa buscar um trabalho interdisciplinar e sempre com a participação dos alunos. Daremos continuidade em outras salas, com a monitoria dos participantes do projeto. O resultado foi excelente. Fiquei encantada”, diz Dirce, vice-diretora da E.E. Affonso Roquette.
Das oficinas os alunos desenvolvem e apresentam para a comunidade escolar peças de teatro, confecção de colcha ambiental e livro ecológico. Assim a temática ambiental está, cada vez mais, presente na sala de aula e por consequência na comunidade.
Principais resultados do Programa Integrar em 2013:
Eixo Educação:
- Parceria com nove escolas (seis municipais e três estaduais);
- Manutenção de nove blogs para comunicação dos projetos;
- Apoio a 60 atividades entre projetos pedagógicos e ações com famílias;
- 32 turmas atendidas;
- 841 alunos beneficiados;
- 22 bolsistas universitários envolvidos;
- 670 alunos do EJA;
- 100 educadores de Português e Matemática envolvidos em atividades de formação;
- 19 oficinas de sensibilização das famílias;
- Nove oficinas de formação de educadores.
Eixo Cultura:
- 106 apresentações artísticas valorizando as manifestações culturais locais;
- 303 horas de oficinas como parte do Circuito Integrar atendendo demandas das escolas buscando potencialização das iniciativas locais;
- 9.288 pessoas participantes das ações/atividades;
- Mobilização de 26 grupos culturais do município;
- Criação de dois produtos (Catálogo de Produtos e Serviços Culturais e Cartilha de Jogos e Brincadeiras Tradicionais);
- 105 horas de consultoria buscando fortalecimento do Grupo Cênikas e desenvolvimento do projeto Festival de Música de Paracatu (habilitação do projeto na LEIC).
Eixo Geração de Trabalho e Renda:
- Seleção de seis projetos a serem apoiados – 5 projetos de continuidade;
- 50 horas de capacitação específica;
- Apoio aos projetos até final de 2014;
- Criação da Coleção Paratu de artesanato;
- 11 organizações apoiadas;
- 156 beneficiários diretos.
Eixo Educação Ambiental:
- Parceria com nove escolas (seis municipais e três estaduais);
- Nove ações desenvolvidas nas escolas;
- 2267 alunos envolvidos nas ações;
- 33 horas de oficinas para os alunos.
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 Portal Lucas Kallas

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Blog Lucas Prado Kallas- Votorantim muda gestão e Calfat vai presidir conselho

Lucas Prado KallasO grupo Votorantim, um dos maiores conglomerados industriais do país, controlado pela família Ermírio de Moraes, acaba de implementar mudanças em sua estrutura de gestão corporativa, segundo antecipou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. Raul Calfat, executivo de confiança da família, foi alçado à presidência do conselho de administração da Votorantim Participações (VPAR) desde este mês.Calfat, no grupo desde os anos 80 e CEO da Votorantim Industrial desde 2004, ocupará a posição que é hoje de José Roberto Ermírio de Moraes na holding. A VPAR gere todos os negócios do grupo - industriais, com empresas fabricantes de cimento a suco de laranja, e financeiros, que tem como carro-chefe o Banco Votorantim.
Como outros cinco integrantes da família, José Roberto permanecerá como membro do conselho da VPAR. As mudanças não significam, todavia, que os Ermírio de Moraes vão sair do dia a dia da companhia. As mudanças resultam de um processo que vinha sendo elaborado há alguns anos.
Calfat deixa a presidência da Votorantim Industrial (VID), uma holding que cuida das operações industriais do grupo, que tem 95 anos de fundação. Sob sua responsabilidade estão os negócios de cimento, metais (alumínio, níquel, zinco e cobre), siderurgia, celulose, por meio da Fibria, e de mineração, com Milpo, no Peru.
A exceção é o negócio de suco concentrado de laranja, operado pela Citrosuco, resultado da fusão entre Citrovita, que era do grupo, com a Citrosuco, da família Fischer. De controle compartilhado, está sob o guarda-chuva da VPAR.
Na VID, João Miranda, atual diretor corporativo financeiro e de relações com o mercado da holding, foi promovido a diretor-geral. Ele terá o papel de coordenação e gestão do portfólio de negócios industriais da holding, reportando-se ao conselho da VPAR, sob a gestão de Calfat. Oriundo do Citibank, Miranda está no grupo desde 2009 como diretor financeiro da VID.
Procurada, a Votorantim informou, em nota, que a adoção dessas mudanças, a partir de janeiro, é a evolução de seu modelo de governança corporativa, com a formação de conselhos de administração em suas empresas do segmento industrial. "Após utilizar um modelo centralizado, que permitiu capturar significativas sinergias entre as empresas, disseminar as melhores práticas e criar um padrão único de gestão, o grupo entendeu que já estava pronto para a promoção de um modelo mais descentralizado e mais apropriado ao novo momento de seus negócios, cada vez mais complexos e internacionais".
No ano passado, a VID obteve receita líquida consolidada de R$ 24,8 bilhões. Já o grupo, com a área de financeira, alcançou receita bruta de R$ 38,6 bilhões.
Com as mudanças, a VID se torna mais uma holding de decisões estratégica dos negócios e menos operacional, como era até agora, desde que foi criada, há mais de uma década. Tanto que alguns executivos da VID foram alocados para cargos nas próprias empresas, como diretoria jurídica.
Considera-se que já cumpriu o papel de alinhamento de gestão das empresas que aglutinaram todos os negócios industriais do grupo. Assim, as empresas de cada área terão mais autonomia em suas operações.
Os resultados financeiros das empresas sob o guarda-chuva da VID, entretanto, ainda continuam sendo consolidados na holding.

Valor Econômico
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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Blog Lucas Prado Kallas- Promon dá primeiro passo internacional com escritório no Peru

Lucas KallasA maior empresa brasileira de consultoria e engenharia de projetos está montando sua primeira base de atuação no exterior. A Promon Engenharia, que integra o grupo Promon, vai abrir neste mês as portas de seu escritório em Lima, capital do Peru, escolhido para sediar o primeiro passo de internacionalização da companhia.
A escolha do Peru não foi aleatória. O país é tido como um dos mais promissores no setor de mineração e metais na América Latina e tem atraído uma leva de investimentos de grupos estrangeiros. Dispõe de ricas reservas minerais de cobre, zinco, ouro, prata, chumbo e fertilizantes (fosfato) e de ferro. As brasileiras Vale e Votorantim Metais (VM) têm negócios com fosfato, zinco e cobre no país.
O movimento da Promon é o primeiro resultado da parceria com a Bridge Investimentos, empresa comandada por João Bosco Silva, que presidiu a VM e teve longa carreira na canadense Alcan em sua área de alumínio no Brasil. A associação, firmada ao longo de 2013, vai abranger projetos no setor mineral e de metais no Brasil e América do Sul.
A Bridge é uma consultoria dedicada à prestação de serviços nas áreas de estratégia, gestão de operações, fusões e aquisições, organização e governança corporativa. Já a Promon tem mais de 50 anos de expertise em projetos de consultoria e engenharia em diversos setores, como óleo e gás, mineração e metalurgia, fertilizantes, energia e mais recentemente com atuação reforçada em infraestrutura e meio ambiente.
A Promon chega ao Peru disputando quatro empreendimentos. "Hoje, o país é atendido basicamente por multinacionais de engenharia com escritórios fora do país, como Santiago, capital do Chile", afirma Bosco. "Não há um provedor local de serviços de engenharia", diz o consultor, que conhece bem o Peru. Foi Bosco quem comandou a entrada da VM no país, no negócio de zinco.
Os alvos não se resumem ao setor de metais, diz Felipe Lima, que é diretor-executivo do grupo desde 2010 e a partir de abril passou a presidir a Promon Engenharia. "O Peru tem grandes planos de investimentos em infraestrutura: em projetos de portos, estradas, ferrovias e hidrelétricas. São ótimas oportunidades de negócios para a Promon, que tem expertise também nessas áreas", afirma Lima. Ele observa que a economia peruana tem crescimento anual do PIB acima de 5% e está muito vinculada à área de mineração.
Engenheiro Mecânico pela Universidade Estadual de Campinas, Lima retornou à Promon após vários anos no setor financeiro (passou pelo Citigroup) e cinco anos na Votorantim Cimentos América do Norte (Canadá e EUA), como diretor financeiro, além de outras companhias.
Lima e Bosco destacam que a Promon, com seu amplo e tradicional conhecimento em projetos de engenharia, poderá oferecer um pacote completo de serviços. Abrange estudos de viabilidade econômica, de meio ambiente, desenvolvimento de mercado, projetos básico, detalhado e executivo e alternativas tecnológicas, além do gerenciamento e implantação de projetos.
Um dos exemplos foi o projeto de produção de vanádio, na Bahia, da Largo Resources, de R$ 500 milhões. A Promon cuidou de todo o processo de negociação da dívida com o Banco Itaú. "Neste momento de retração de investimentos do setor de mineração no mundo, as empresas buscam o máximo de controle sobre o orçamento", afirma Bosco.
Segundo Lima, recentemente a empresa foi assessora do grupo americano EIG nas negociações de compra do controle da LLX Logística, dona do Porto do Açú. "Fizemos a 'due diligence' técnica, de meio ambiente e de investimento e auxiliamos na parte de mercado e junto aos bancos credores". A Promon também assessorou a japonesa Mitsui na compra de 20% da hidrelétrica de Jirau do grupo GdF Suez e a CCR na licitação do Metrô de Salvador (BA).
"No Peru, nossa abordagem será de chegar e ocupar espaços, inclusive em parceria com empresas instaladas na capital Lima", dizem os executivos. Eles informam que, além das multinacionais, o setor tem atraído muitas 'junior companies' canadenses. "Há quase 150 empresas desse tipo no país, o triplo do Brasil".
A Promon Engenharia responde grande parte da receita do grupo. A expectativa era fechar 2013 com R$ 630 milhões, valor similar ao obtido um ano antes. Lima espera para este ano - "com uma carteira de pedidos saudável" - apresentar bom desempenho.
Gerido pelos próprios funcionários, o grupo Promon previa encerrar o ano passado com crescimento de 5% sobre a receita consolidada de R$ 2 bilhões obtida em 2012. Além da área de engenharia, tem a gestão da Logicales (telecomunicações), Trópico (central de dados e tecnologia), Promon Ambiental (que incorporou a Brandt) e da P-2 Brasil, da área de infraestrutura, em parceria com Pátria Investimentos.

Valor Econômico
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Blog Lucas Prado Kallas- Nova fábrica de cimentos em Adrianópolis (PR) deve gerar mais de mil empregos

Lucas KallasA Companhia Vale do Ribeira (CVR), criada no final de 2011, anunciou em parceria com a Chinesa CITIC-HIC a construção de uma nova fábrica de cimentos na cidade de Adrianópolis, no Paraná. O mercado, que dobrou de tamanho nos últimos dez anos, é muito promissor.
O investimento na planta industrial será de R$ 518 milhões e a expectativa, segundo o sócio diretor majoritário da CVR, Henrique Bica Zaffari, é de produzir uma média de 1 milhão de toneladas de cimento ao ano. Henrique e sua irmã Manuela Bica Zaffari – sócia diretora – possuem 92,5% do capital da empresa, enquanto a CITIC tem 7,5%.
“Estamos muito otimistas com este empreendimento, não só pelo crescimento do mercado, mas também pela valorização da mão de obra da cidade de Adrianópolis, que tem um dos índices de desenvolvimento humano mais baixos de todo o Paraná. Queremos valorizar a mão de obra local e garantir qualidade de vida às famílias da cidade e região”, disse Henrique.
O Governador do Paraná, Beto Richa, assinou um protocolo oficializando o investimento no Estado, por meio do Programa de Incentivo Paraná Competitivo.
Estrutura
Segundo a CVR as obras devem começar no início de 2015. A empresa já possui o terreno e a jazida, com reservas estimadas em 1,4 bilhão de toneladas de calcário. As licenças ambientais e a captação de recursos para o investimento estão sendo providenciadas. Com área construída de 25 mil m², dentro de uma área total de 250 mil m², a unidade vai gerar mais de mil empregos entre diretos e indiretos.
Luiz Henrique Wiechoreki, diretor comercial da CVR, afirmou que a CITIC vai fornecer os equipamentos da fábrica, ficando responsável por levantar 70% dos recursos necessários para o empreendimento. “A nossa parceira está no mercado desde 1950, possui um banco próprio e atua em diferentes setores da indústria. Eles têm participação de 65% no mercado chinês de equipamentos para construção, atuando também em mineração e produção de cimentos. É uma ótima parceira para este novo negócio que vamos lançar para os paranaenses”, comenta.

Site Truck Brasil
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Blog Lucas Prado Kallas- Uranium Hunter vai investir em projeto de diamante no Brasil

Lucas KallasA Uranium Hunter assinou, nesta segunda-feira, um memorando de entendimento (MoU) para adquirir 80% das ações da Minas Core Mining, empresa que controla e opera o projeto de diamante Rio Preto. De acordo com a exploradora de urânio, os termos e condições propostos no acordo definitivo serão divulgados em breve.
O presidente e diretor da Uranium, Reno Calabrigo, comentou sobre as expectativas da empresa com o projeto de diamante. “Nós estamos empolgados com essa oportunidade de participar do futuro desenvolvimento do Rio Preto. O pessoal da Minas Core nos informou que a área que ronda o projeto tem uma longa história de produção de diamante”, disse.
O executivo disse que a área do projeto foi definida como “modelo de sucesso” por órgãos reguladores que emitiram a concessão de lavra do site. “Nossa missão é promover apoio financeiro e suporte para melhorar a produção do Rio Preto, por meio da modernização e expansão dos equipamentos, operações e instalações”, afirmou Calabrigo.
Em 22 de novembro do ano passado, a Uranium completou uma auditoria técnica (due dilligence) realizada na Minas Core e no projeto Rio Preto. O MoU, assinado nesta segunda-feira, estava previsto para as duas primeiras semanas de dezembro de 2013.
Calabrigo foi apontado presidente e diretor da Uranium em 25 de outubro do ano passado. O executivo substitutiu Einar Tesaker, que renunciou os cargos. A Uranium também anunciou, nesta segunda-feira, que vai ser listada na bolsa OTC, dos Estados Unidos. De acordo com a empresa, o processo de documentação está perto de ser concluído.
A Uranium Hunter é uma empresa que atua com a exploração e desenvolvimento de urânio em propriedades na África Oriental, como, por exemplo, na Tanzânia. A empresa também possui 45% de participação em um projeto de ouro e diamante na Guiana. A Uranium detém 66 direitos minerários.

Notícias de Mineração Brasil
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Blog Lucas Prado Kallas- Cristiano Melcher é o novo presidente e CEO da MBAC

Lucas KallasA MBAC Fertilizantes anunciou, nesta segunda-feira, que Cristiano Melcher vai ser o novo presidente e CEO da empresa. Melcher assumirá o cargo no dia 1º de fevereiro. Com a mudança, o atual CEO, Antenor Silva, continuará na empresa, mas com o cargo de diretor.
Melcher tem experiência como executivo nos setores de recursos, fertilizantes e químicos, no Brasil. Nos últimos três anos, o executivo foi CEO da Fosbrasil, a maior produtora de ácido fosfórico purificado da América do Sul.
Antes da Fosbrasil, Melcher construiu uma carreira de sucesso na Anglo American, quando foi diretor executivo e membro do conselho da Copebras, uma produtora de fertilizantes de fosfato, da Anglo.
O executivo também exerceu diversos cargos dentro da Anglo, como, por exemplo, diretor global de Marketing, Estratégia, Desenvolvimento de Negócios e Otimização de Ativos para Fosfato, Níquel e Nióbio; diretor global para a Unidade de Negócios de Fosfato e Nióbio; e vice-presidente corporativo de Finança.
Após assumir o cargo, Melcher irá dirigir a companhia, direcionando seus esforços para transformar oramp-up em capacidade total das operações de Itafós. O executivo também assumirá as áreas de vendas, marketing, alianças estratégicas e posição de capital, levando a companhia a se consolidar como uma das maiores fornecedoras de suprimentos de fertilizantes de fosfato no Brasil, no próximo ano.
“Nós estamos muito felizes por Cristiano ter aceitado em fazer parte deste importante negócio, em um momento em que a companhia transita para a produção e organização de vendas. Sua experiência prévia se enquadra perfeitamente nas necessidades da companhia, enquanto nós caminhamos para nosso primeiro ano de produção em capacidade máxima”, disse Peter Marrone, presidente do conselho da companhia.
“Somos muito agradecidos pelas diversas contribuições de Antenor para a companhia. Ele apresentou notável empenho e determinação ao mesmo tempo em que proporcionou liderança inestimável durante esta fase muito crítica da companhia. Eu estou feliz por continuar trabalhando com Antenor como membro da diretoria do conselho”, acrescentou Marrone.
O atual CEO, Antenor Silva, elogiou Melcher. “A companhia está agora em um ponto onde a produção e as vendas são proeminentes enquanto nós seguimos para o próximo nível. Eu acredito que Cristiano tem habilidades e experiência para levar a companhia à atingir seus objetivos”, disse.
“Eu estou muito animado pela oportunidade na MBAC e continuando o momento em que a companhia se esforça para ser um player de liderança no setor de fertilizantes no Brasil. Itafόs e Santana representam oportunidades interessantes e eu estou ansioso para o crescimento da companhia e para o processo de fechamento da lacuna que se abriu entre o valor de seus projetos e do preço da ação", completou Silva.

Notícias de mineração Brasil
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Blog Lucas Prado Kallas- Mineração será o setor com maior crescimento em 2014 nos EUA


Lucas Prado KallasA mineração está no topo da lista dos setores que mais crescerão em 2014, apontou um estudo feito pela empresa de informação financeira Sageworks. Para chegar a essa conclusão, a consultoria analisou as demonstrações financeiras de empresas privadas nos Estados Unidos para identificar as indústrias que tiveram crescimento mais rápido nos últimos 12 meses.
De acordo com a pesquisa, os negócios ligados à mineração, como pesquisa geológica, estão em primeiro lugar no estudo, com crescimento esperado de 21% neste ano. Na área de mineração o crescimento esperado está na área de sondagem, retirada de amostras e observações geológicas para petróleo, gás e minerais.
As atividades de ligadas à mineração, além de terem um crescimento rápido, também apresentam um forte aumento nos lucros, apontou o estudo.
O analista da empresa responsável pelo estudo, Mike Lubansky, disse que o ranking pode servir como inspiração e base para muitos empreendedores que querem aumentar as vendas. “Existe um mundo de serviços de apoio a muitas dessas indústrias”, afirmou Lubansky, em nota.
No estudo da Sageworks, estão empatados no ranking, logo depois de mineração, as indústrias de fabricação de equipamentos para mineração, agricultura e construção; fabricação de bebidas e produção de grãos, com crescimento esperado de 20%.
A agricultura aparece em seguida, 18% de crescimento esperado. Também empatados na lista, e com 16% de crescimento esperado, aparecem Sistemas da Computação; Imóveis; Produtos Químicos; e Reformas e Reparos. Empregos aparece em décimo lugar com 15% de crescimento previsto.

Notícias de mineração Brasil
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Blog Lucas Prado Kallas- Belo Sun - Ouro do Brasil vai para o Canadá

Lucas Prado KallasExploração de minério: o surgimento de um novo Carajazão
Entrevista especial com Rogério Almeida. "É o maior empreendimento de mineração de ouro a céu aberto do país e deverá retirar 50 toneladas de ouro no prazo de 12 anos. Um prazo curtíssimo", constata o pesquisador
O projeto Belo Sun, a ser executado no estado do Pará, "é o maior empreendimento de mineração de ouro a céu aberto do país e deverá retirar 50 toneladas de ouro no prazo de 12 anos", informa Rogério Almeida, em entrevista à IHU On-Line, concedida por e-mail.
Segundo ele, a empresa Belo Sun "tomou posse dos antigos garimpos Grota Seca, Galo e Ouro Verde, que existem desde os anos 1940. Isso já provoca estranheza num cenário marcado pela desordem fundiária, onde a maioria das terras é tutelada pela União. Ali vivem os povos indígenas Juruna e Arara e outros povos isolados, além de lavradores, extrativistas e pescadores que sofrem com a espoliação e a expropriação promovidas pela Belo Monte".
Almeida relata que há seis meses os garimpeiros estão "impedidos de operar nas antigas áreas", e a empresa prometeu reassentar mais de mil famílias. No entanto, ressalta, "na Ressaca e na Ilha da Fazenda, que ficam bem próximas, o clima é de incerteza e insegurança. As populações já socializam a desordem que a usina de Belo Monte provoca. É ali que o Xingu terá a sua vazão reduzida em perto de 80%. É um impacto absurdo e tem implicações no deslocamento das pessoas, nas fontes de recursos que a natureza possibilita. As pessoas não sabem informar sobre o reassentamento. Parte da Ressaca é de projeto de assentamento da reforma agrária".
Rogério Almeida é graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Maranhão e mestre em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido pela Universidade Federal do Pará, com a dissertação intitulada Territorialização do campesinato no sudeste do Pará, a qual foi laureada com o Prêmio NAEA/2008. Atualmente leciona na Faculdade de Tecnologia da Amazônia.
Confira a entrevista.
IHU On-Line - Em que consiste a atividade da Belo Sun e desde quando a empresa atua no Brasil?
Rogério Almeida - Tomei conhecimento da existência da Belo Sun no Brasil agora, em visita às comunidades da Vila da Ressaca e da Ilha da Fazenda, que serão impactadas pelo projeto da hidrelétrica de Belo Monte, na Volta Grande do Xingu, no território do município de Senador José Porfírio.
Conforme o Relatório de Impacto Ambiental - RIMA apresentado à Secretaria de Meio Ambiente do Pará - SEMA, trata-se de uma subsidiária brasileira da Belo Sun Mining Corporation, pertencente ao grupo Forbes & Manhattan Inc., um banco mercantil de capital privado que desenvolve projetos de mineração em todo o mundo.
A Belo Sun passa a integrar a aquarela de grandes corporações de mineração que operam no estado do Pará, competindo com a Vale, a estadunidense Alcoa, a suíça Xstrata, a francesa Imerys, a Reinarda, subsidiária da australiana Troy Resourses, a norueguesa Norsk Hydro e a chilena Codelco.
IHU On-Line - O que é o projeto Belo Sun?
Rogério Almeida - É o maior empreendimento de mineração de ouro a céu aberto do país e deverá retirar 50 toneladas de ouro no prazo de 12 anos. Um prazo curtíssimo. Localiza-se numa região que será profundamente impactada pela usina de Belo Monte. A Belo Sun tomou posse dos antigos garimpos Grota Seca, Galo e Ouro Verde, que existem desde os anos 1940. Isso já provoca estranheza num cenário marcado pela desordem fundiária, onde a maioria das terras é tutelada pela União. Ali vivem os povos indígenas Juruna e Arara e outros povos isolados, além de lavradores, extrativistas e pescadores que sofrem com a espoliação e a expropriação promovidas pela Belo Monte. O futuro das pessoas que moram na Volta Grande do Xingu é incerto pelo conjunto de impactos que os dois projetos irão produzir. A mineração do ouro usa cianeto, dragas e dinamite, e deixará uma montanha de resíduos ali. Externalidades negativas é uma matriz da mineração. O projeto aprofunda ainda mais a condição econômica da Amazônia como uma grande província exportadora de recursos naturais. Uma colônia baseada em commodities. Há perto de 500 pedidos de prospecção protocolados junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM somente na Volta Grande do Xingu, e, desse total, 228 possuem foco no ouro.
IHU On-Line - Como está ocorrendo a exploração de minério no Pará?
Rogério Almeida - O minério é o principal item da balança comercial do estado, responde por quase 100% do Produto Interno Bruto - PIB. Em todo o território existe minério, de seixo a ouro. O ferro da província de Carajás, explorada desde a década de 1980, continua sendo o principal. O estado é duplamente saqueado, por conta da renúncia fiscal da Lei Kandir (lei complementar federal nº 87, de 13 de setembro de 1996). Ela desobriga as empresas de recolher o Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviço - ICMS dos produtos primários e semielaborados. Literalmente fica somente o buraco.
Ao longo dos anos da mineração em Carajás, os péssimos indicadores socioeconômicos não sofreram alteração. A fronteira agromineral consolidou o sul e o sudeste do Pará como os que mais desmatam, mais assassinam camponeses na luta pela terra no Brasil, e com municípios nos primeiros lugares entre os mais violentos do país e de vulnerabilidade para a população jovem. Nenhum município tem renda per capita que alcance um salário mínimo por mês. O município vizinho da mina de Carajás, Curionópolis, tem a renda per capita de R$ 108,15, quase a mesma da pequena Palestina do Pará, R$ 106,64.
IHU On-Line - Quem são os garimpeiros da Vila da Ressaca? Como eles atuavam antes da entrada da Belo Sun no Pará?
Rogério Almeida - Conforme informações da cooperativa dos garimpos da Vila Ressaca, são perto de 600 garimpeiros. Eles trabalham em condições marcadas pela precariedade, sem vínculo empregatício. Ficavam somente com 20% do ouro encontrado. O "patrão", o dono do local da exploração, bancava com máquinas e combustível o processo, e ficava com 80%.
IHU On-Line - Em que consiste o conflito deles com a Belo Sun?
Rogério Almeida - Há seis meses os garimpeiros estão impedidos de operar nas antigas áreas. Eles explicitam que perderam a principal fonte de renda. A vila, hoje, tem um aspecto de cidade fantasma. As áreas foram negociadas com a Belo Sun, como falei antes, num ambiente marcado pela ilegalidade fundiária.
IHU On-Line - Qual é a proposta de reassentamento das famílias da Vila Ressaca, Galo e Ouro Verde, feita pela Belo Sun?
Rogério Almeida - Em documento formal a empresa afirma que promoverá o reassentamento de mil famílias. No entanto, na Ressaca e na Ilha da Fazenda, que ficam bem próximas, o clima é de incerteza e insegurança. As populações já socializam a desordem que a usina de Belo Monte provoca. É ali que o Xingu terá a sua vazão reduzida em perto de 80%. É um impacto absurdo e tem implicações no deslocamento das pessoas, nas fontes de recursos que a natureza possibilita.
As pessoas não sabem informar sobre o reassentamento. Parte da Ressaca é de projeto de assentamento da reforma agrária.
IHU On-Line - Qual a atual situação da exploração mineral em Carajás?
Rogério Almeida - Carajás vivencia uma grande inflexão com o desenvolvimento do maior projeto de mineração da Vale ao longo dos seus 40 anos de vida, o Projeto de Mineração da Serra Sul (S11D), localizado no município de Canaã dos Carajás, e que vai explorar ferro. O S11D desponta no cenário atual como uma representação do Grande Carajás no século XXI.
Um novo Carajazão, como o foi a primeira versão da década de 1980. O mesmo consiste em profundas alterações nos cenários econômicos, sociais e políticos em Carajás, que compreende desde a mina até o porto, em São Luís, no Maranhão, pressionando reservas ambientais, vilas, territórios ancestrais e projetos de assentamentos rurais. O S11D encontra-se nos limites dos municípios a sudeste do Pará, Canaã dos Carajás e Parauapebas.
Com o projeto, a mineradora vai incrementar a produção de ferro em 90 milhões de toneladas por ano, mas com capacidade de dobrar a produção. O mercado asiático tem sido o destino do minério de ferro de excelente teor das terras dos Carajás, em particular a China e o Japão. A previsão é que a usina inicie as operações até 2016. A iniciativa, que inclui mina, duplicação da Estrada de Ferro de Carajás - EFC, ramal ferroviário de 100 km e porto, está orçada em US$ 19,5 bilhões.
Os recursos estão distribuídos da seguinte forma: a logística consumirá US$ 14,1 bilhões; US$ 8,1 bilhões serão usados na mina e na usina; enquanto US$ 2 bilhões serão usados durante o ano.
Como em outros empreendimentos na Amazônia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES é o responsável por parte dos recursos, ao lado do banco japonês Japan Bank International Cooperation - JBIC. O projeto é maior ou equivalente à primeira versão do Programa Grande Carajás - PGC, iniciado há quase 30 anos.
O minério que sairá da Serra Sul é considerado ainda de melhor teor que o extraído da Serra Norte, avaliado como excelente. O teor da S11D é de 65%. A Vale é, atualmente, a líder mundial no mercado de ferro, responsável por 310 milhões de toneladas por ano. Como em outros casos registrados na região, o início do projeto mobiliza uma série de alterações na cidade que abriga a mina e em municípios do entorno.
IHU On-Line - Fala-se de um possível aumento de conflitos no Pará por conta da exploração de ouro. O senhor vislumbra algo nesse sentido?
Rogério Almeida - Faz-se necessário uma leitura sobre o contexto dos grandes projetos na Amazônia, em consonância com obras de infraestrutura do estado para que os mesmos possam ser viabilizados. Esse conjunto coloca em oposição populações locais e as grandes corporações. É uma luta desigual, marcada pela derrota dos primeiros, que ao longo dos séculos são os penalizados com todo tipo de desrespeito, expropriação, espoliação e morte. Não tem ocorrido nenhuma alteração.
IHU On-Line - Como o estado do Pará se manifesta diante da atuação da empresa na região?
Rogério Almeida - Ele garante as condições para o empreendedor detentor de capital, ou que se capitaliza com os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, que se constitui como o principal financiador das grandes corporações na Pan-Amazônia.
Soma-se a isso um xadrez no campo jurídico que busca fragilizar algumas garantias das populações consideradas tradicionais, como indígenas e quilombolas, entre outras. Para não falar nos bastidores das negociatas típicas de vésperas de pleitos eleitorais
Fonte: IHU On-Line/EcoAgência
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Blog Lucas Prado Kallas- Economia chilena cresceu 2,8% em novembro com alta da mineração e queda na indústria

Lucas Prado KallasA economia chilena cresceu 2,8% em novembro de 2013 em relação ao mesmo mês do ano anterior, impulsionada pelo aumento da mineração e uma queda na indústria, segundo o Índice Mensal de Atividade Econômica (Imacec) publicado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

"No resultado incidiu principalmente o aumento da atividade mineradora, compensado, em parte, pela queda da indústria manufatureira e o baixo desempenho do comércio varejista", explicou o Banco Central. O Chile é o principal produtor mundial de cobre, com uma produção anual de 5,6 milhões de toneladas, equivalente a um terço da oferta mundial.
O Imacec é uma estimativa que resume a atividade dos distintos setores econômicos e antecipa o posterior cálculo do PIB. Para este ano, o Banco Central projetou uma expansão de 4,2%, devido a uma queda no investimento mineiro e a instabilidade da economia mundial. No próximo ano, projeta um crescimento entre 3,75% e 4,75%.
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Blog Lucas Prado Kallas- Alcoa desenvolve tecnologia exclusiva para o uso de alumínio aeroespacial na produção de aparelhos móveis

Lucas Prado KallasA Alcoa, líder mundial na produção de alumínio primário e alumínio transformado, desenvolveu tecnologia exclusiva de acabamento de superfícies que permite que empresas de eletrônicos utilizem alumínio aeroespacial para produzir aparelhos móveis mais finos, mais leves e mais resistentes.
A nova tecnologia de acabamento ProStrength™ da Alcoa é um processo que possibilita que os fabricantes de aparelhos móveis criem superfícies duráveis, sejam naturais ou coloridas por anodização, utilizando ligas de alumínio de alta resistência termicamente tratáveis, usadas nos setores aeroespacial e de defesa. O uso de ligas de alta resistência pode reduzir em mais de 50% a espessura e o peso de um aparelho.
O tamanho e o aspecto de um aparelho são fatores importantes para os consumidores, ao tomarem decisões de compra de eletrônicos de consumo. Essas duas características foram identificadas como importantes por mais de 50% dos consumidores consultados pela Accenture com relação à importância das características nas decisões de compra. (Fonte: Relatório Accenture 2013 sobre o uso de serviços e produtos eletrônicos de consumo).
“Os fabricantes de eletrônicos de consumo estavam explorando maneiras de criar belos acabamentos anodizados em ligas de alumínio aeroespaciais porque elas são mais resistentes e, ao mesmo tempo, as mais leves disponíveis”, afirmou Ray Kilmer, vice-presidente executivo e executivo-chefe de Tecnologia da Alcoa. “O acabamento anodizado do ProStrength™ dá o aspecto metálico que os consumidores preferem, e o alumínio de alta resistência permite que os fabricantes produzam invólucros mais finos, mais leves e mais duráveis”.
Segundo Leighton Cooper, diretor de tecnologia do Centro Tecnológico Alcoa, a expertise da companhia em acabamentos de alumínio e seus estreitos vínculos com o setor de eletrônicos de consumo foram fatores fundamentais para alcançar esse marco do desenvolvimento. “A tecnologia de acabamento ProStrength™ é a perfeita combinação de estética e função”, afirma. “A possibilidade de usar ligas aeroespaciais reforça a tendência crescente com foco no desenvolvimento de aparelhos móveis mais finos e mais leves.”
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A Alcoa desenvolveu a tecnologia de acabamento ProStrength™ no seu Centro Tecnológico, maior instituição de pesquisa e desenvolvimento em metais leves do mundo, situado em Pittsburgh (EUA). A empresa contou com os principais designers e empresas mundiais de eletrônicos de consumo para possibilitar o uso de alumínio em aparelhos móveis. A entrada do alumínio no mercado de eletrônicos vem crescendo à medida que os fabricantes se voltam a suas qualidades estéticas, leveza e capacidade de dissipar calor – características que aumentam a durabilidade, o desempenho e a atratividade dos aparelhos para os consumidores.
No ano passado, a Alcoa anunciou outro avanço em eletrônicos de consumo: sua Tecnologia de Fundição ColorKastTM, que é usada pela Samsung. Devido a essa tecnologia inovadora, a Alcoa é capaz de produzir componentes fundidos de alumínio que podem ser coloridos por anodização, com uma estética de alto nível. A tecnologia ColorKast™ foi utilizada pela primeira vez na nova câmera digital NX210 da Samsung, sendo que outros fabricantes de eletrônicos de consumo estão se preparando para aplicar essa tecnologia em seus produtos.
Sobre a Alcoa Inc.
A Alcoa é líder mundial na produção de alumínio primário e alumínio transformado, assim como a maior mineradora de bauxita e refinadora de alumina do mundo. Além de inventar a atual indústria de alumínio, as inovações da Alcoa representam importantes marcos dos mercados aeroespacial, automotivo, industrial, de embalagens, de construção, de transporte comercial e de produtos eletrônicos e industriais nos últimos 125 anos. Entre as soluções que a Alcoa comercializa estão produtos laminados, extrudados e forjados, assim como rodas Alcoa®, sistemas de fixação e construção, além de expertise em outros metais leves, como superligas à base de níquel e titânio. A sustentabilidade integra as operações da Alcoa e as soluções que oferece aos clientes. A Alcoa faz parte do Índice Dow Jones de Sustentabilidade há 12 anos consecutivos e cerca de 75% de todo o alumínio produzido desde 1888 ainda está em uso hoje.

Assessoria

Blog Lucas Prado Kallas- Bahia vai receber R$ 70 Bi em investimentos, inclusive no setor de mineração

O Estado da Bahia, quinto maior produtor de bens minerais do país, tem previstos cerca de R$ 70 bilhões em investimentos até 2016, incluindo grandes projetos na área de mineração. A informação foi divulgada por James Correia, secretário da Indústria, Comércio e Mineração.
Deste total, R$ 49,7 bilhões representam efetivamente investimentos que estão em implantação, com previsão de gerar cerca de 114 mil novos empregos diretos. Os demais R$ 20,8 bilhões são de protocolos assinados entre diversos grupos privados e o Governo da Bahia, à espera da resolução de alguns condicionantes, como, por exemplo, a conclusão das obras da Ferrovia Oeste-Leste ou do comportamento da economia e do mercado, caso de alguns empreendimentos de mineração e energia, informou a secretaria.
No ano passado, foram publicadas as portarias que concedem à Bahia Mineração (Bamin) lavrar minério de ferro nos municípios de Pindaí e Caetité. A Largo Resources poderá produzir 700 mil toneladas de vanádio em Maracás, no sudoeste do Estado.
O projeto Pedra de Ferro, da Bahia Mineração, com investimentos de R$ 3,5 bilhões, tem previsão de exportar 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
A canadense Largo Resources, por sua vez, opera a mina de vanádio, em Maracás, em um investimento de R$ 550 milhões. As máquinas britadoras e calcinadoras, importadas da China e dos Estados Unidos, já estão em operação. Quando entrar em escala de produção, marcada para fevereiro deste ano, a Bahia vai se tornar a maior fornecedora de vanádio do mundo. Esse minério é utilizado em foguetes espaciais, aviões e trilhos de trem.
Com capitais de Hong Kong, Bélgica e Canadá investindo R$ 100 milhões, a Lipari Mineração vai começar a produzir, em escala comercial, no primeiro trimestre de 2015, 225 mil quilates de diamantes na mina de Braúna, em Nordestina, no semiárido baiano.
Já o grupo francês Saint-Gobain investiu R$ 125 milhões na construção de sua nova fábrica de drywall – popularmente conhecido como gesso acartonado, no município de Feira de Santana, na Bahia. A nova unidade da Placo do Brasil, que é a segunda planta da empresa no país, deverá iniciar suas atividades no primeiro semestre 2014 e produzirá mais de 20 milhões de metros quadrados por ano de placas.
A Bahia também vai ganhar duas novas fábricas de cimento. Em Lajedinho, a CPX investe R$ 450 milhões, enquanto a Cimentos da Bahia se instala em Paripiranga, com investimentos de R$ 850 milhões. Quando estiverem produzindo em plena capacidade, as fábricas vão gerar, juntas, 500 novos empregos.
As informações são da secretaria da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia.

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Notícias de Mineração Brasil

Blog Lucas Prado Kallas- Nova administração para crescer no mercado

Lucas Prado KallasNo mundo dos negócios é relativamente comum o empreendedor abrir uma empresa, ela crescer e ir bem no mercado graças ao inovador produto ou serviço lançados. Depois dela se tornar conhecida, é mais comum ainda o empreendedor ceder à cobiça da concorrência e vendê-la. Isso acaba de acontecer com a Devex Tecnologia e Sistemas S.A., de Belo Horizonte.
Ela previa, em cinco anos, multiplicar por dez o faturamento esperado para este ano, de R$ 60 milhões. Mas, em outubro, por um valor não revelado, foi vendida ao grupo sueco Hexagon, empregador de 14 mil pessoas, com atuação em 40 países e faturamento de € 2,4 bilhões.
“Eu vendi porque a empresa precisava crescer rápido”, explica Guilherme Bastos Alvarenga, CEO e fundador da Devex, anagrama de development (desenvolvimento) e expertise. A pressa advém do fato de que, no segmento da Devex, está havendo uma onda de fusões e incorporações. A americana Data Mining, por exemplo, foi comprada pela Cal Aviation.
Já a Dassault System, do grupo francês Dassault, comprou a Genco, dona de um software para planejamento de minas. Por sua vez, a ABB, outra gigante sueca, adquiriu a australiana Mincom, com expertise na área de mineração e gerenciamento de força de trabalho móvel.
Adicionalmente, em 2009, Guilherme e o sócio Luís Tomás do Nascimento já tinham vendido parte do capital ao fundo de investimentos da Fir Capital e estava chegando a hora de sair da sociedade. “No nosso mercado, é crescer ou morrer. Então, era abrir o capital ou vender”, diz Guilherme.
A oferta pública inicial de ações (IPO) estava fora de questão, pois a empresa ainda é bem pequena. Ela também não contava com os duradouros efeitos da crise sobre o mercado de capitais. “O Hexagon comprou 100% e eu continuo à frente da Devex, por tempo indefinido, agora com a missão de fazê-la crescer em todo o mundo”, diz Guilherme, que anteriormente à venda detinha cerca de um terço do capital.
Complementar
Com escritórios espalhados por todo o mundo e produtos complementares ao da Devex, o Hexagon deve facilitar a meta de crescimento da empresa. O crescimento será orgânico e também por meio de compra e fusão com empresas. “Esta é uma área em que o grupo sueco é craque: foram mais de 70 aquisições nos últimos 10 anos”, afirma Guilherme.
O futuro da empresa realmente é promissor. Segundo dados da Devex, 75% das minas de todo o mundo ainda não adotaram nenhuma solução de automação e controle. Nelas, tudo ainda é feito na base das anotações à mão e walkie talkies, os antigos rádios para comunicação a curta distância.
É aí que entram o Smart Mine e o Extreme – esse último adquirido quando a Devex comprou a também mineira Mining Inside –, os softwares da empresa. Eles controlam todas as operações nas minas. A da Usiminas, por exemplo, segundo publicado na revista Minérios e Minerales, aumentou a produção em 25% com a mesma frota e a mesma equipe porque os programas cobram o desempenho de homens e máquinas – todas têm um computador de bordo e um GPS – de acordo com os índices estipulados.
Como os softwares funcionam acoplados ao GPS, a cada instante os gerentes sabem a posição de cada uma das máquinas e equipamentos dentro da lavra, facilitando alterar ou manter o fluxo.
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Hoje em dia

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Blog Lucas Prado Kallas- Efeito "Zé Mané": entenda como LLX, MMX e outras chegaram a subir 30% no fechamennto

Lucas KallasSÃO PAULO - Um leilão de fechamento atípico, com diversas ações disparando no final do pregão. As ações da Prumo Logística Global, antiga LLX Logística (LLXL3) dispararam 32,65%, aos R$ 1,30, enquanto os papéis da MMX Mineração (MMXM3) tiveram uma alta de 26,87%, aos R$ 0,85. O índice do Ibovespa teve alta de 1,27%, aos 50.981 pontos - fortemente por esse movimento.
Segundo um operador que não quis se identificar, ocorreu um "efeito Zé Mané" na Bovespa: muitos investidores esperavam que, com a mudança do índice na segunda-feira, haveria um forte movimento dos fundos passivos no leilão de fechamento para adequar a carteira, fazendo fortes operações vendidas nas empresas que disparam durante o dia. O movimento dos especuladores foi mais forte que os dos fundos e acabou "estourando" no colo deles - eles tiveram que recomprar essas ações a qualquer preço.
Os papéis mais afetados foram os que iam deixar o índice. A LLX e a MMX, por exemplo, iam praticamente sair do índice na segunda-feira. A Oi (OIBR3; OIBR4), que ia ver suas ações ordinárias saírem no próximo pregão, viram esses papéis subirem 27,07%, aos R$ 4,46 - enquanto os preferenciais subiram 17,43%, aos R$ 4,11. Outras fortemente impactadas pelo movimento foi a Brookfield (BISA3), que subiu 12,75%, aos R$ 1,15, enquanto a B2W Varejo (BTOW3) subiu 11,04%, aos R$ 14,99.
Quedas também impactadas A ponta negativa da bolsa também foi impactada por esse movimento. Esperando uma forte movimento comprador, que não veio, especuladores compraram os papéis da Ecorodovias (ECOR3) - que deve entrar no índice na segunda-feira. Com a mudança de humor, o papel fechou com queda de 3,34%, aos R$ 14,20. Já os papéis da Ambev (ABEV3), que vão praticamente dobrar no índice, caíram 2,82%, aos R$ 16,90. Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Fonte: Portal

Blog Lucas Prado Kallas- Governo arrecada 29,5% mais royalties da mineração

Lucas KallasSão Paulo - No ano passado o governo ampliou em quase 30% a arrecadação com a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem), conhecido no jargão do setor como os royalties da mineração. Os cofres públicos registraram entrada de R$ 2,376 bilhões em 2013, de acordo com dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), ante R$ 1,834 bilhão registrado um ano antes.
O aumento da arrecadação com a Cfem ocorre em meio às discussões para mudança do Marco da Mineração, que tem entre as alterações previstas as alíquotas cobradas. Hoje, por exemplo, as alíquotas do imposto para o minério de ferro é de 2% sobre o faturamento líquido. O minério de ferro é o produto que mais contribui para a Cfem.
No novo código para o setor, que irá substituir o vigente desde 1967, o governo não definiu as alíquotas no texto que foi apresentado em junho e as deixou para serem fechadas via decreto. No entanto, o texto do marco foi alterado pela Comissão Especial criada para tratar do assunto, que já deixou clara a sua vontade de deixar o porcentual do imposto fechado.
No caso do minério de ferro a alíquota passaria para 4% do faturamento bruto, por exemplo. A expectativa é de que o texto do marco seja votado pelo Congresso Nacional no início do ano, para que o mesmo entre em vigor em 2014.
A maior pagadora da Cfem é a Vale, maior mineradora do País. Em 2013, a companhia enfrentou alguns problemas para ampliar a sua produção, que deverá registrar queda em relação ao visto um ano antes.
Se a meta da Vale de produção de minério de ferro foi alcançada no ano passado, o volume pode ter chegado a 306 milhões de toneladas, uma leve queda em relação ao ano prévio, quando a produção chegou a 319,96 milhões de toneladas.
Para 2014 a Vale projeta que o volume de minério de ferro produzido chegará em 321 milhões de toneladas, sendo 312 milhões de toneladas de produção própria e 9 milhões de terceiros.
Preço do minério
A arrecadação da Cfem subiu no ano passado, mesmo com o preço do minério de ferro apresentando queda no acumulado do ano no mercado à vista (spot) de quase 7%. Apesar desse queda, quando se compara o preço do insumo no início de 2013 e no fim, os preços se mantiveram ao longo de todo ano em um patamar elevado.
Em 2012, por exemplo, o preço da matéria-prima chegou a ficar abaixo de US$ 90 a tonelada, enquanto em 2013 o menor valor foi de US$ 110, considerando em ambos os casos o preço no mercado à vista. Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale
Fonte: Portal

Blog Lucas Prado Kallas- Xangai paga preço por campanha chinesa contra poluição industrial

Lucas Kallas
PEQUIM, 3 Jan (Reuters) - A produção chinesa de aço está começando a sair do seu tradicional polo na província de Hebei em meio aos esforços do governo de combater a poluição do ar perto de Pequim, mas Xangai pode estar pagando o preço, com as siderúrgicas no entorno da capital comercial do país elevando a produção.
Restrições ambientais cada vez maiores em Hebei, que cerca Pequim, também criaram oportunidades para indústrias poluentes como as de cimento e vidro em províncias perto de Xangai.
Enquanto os índices de poluição do ar em Pequim e cidades próximas, na província de Hebei, ficaram relativamente baixos no último mês, os registros em Xangai e outros pontos da costa leste do país atingiram máximas recordes.
Acompanhando a iniciativa de Pequim de eliminar a produção de aço na cidade, Xangai também reduziu sua produção em mais de 10 por cento no ano passado. No entanto, a cidade pode estar sofrendo devido ao aumento de produção nas províncias vizinhas como Jiangsu, onde pequenas usinas estão tirando vantagem do esforço do governo de fechar usinas em Hebei.
A produção de aço caiu drasticamente em Hebei no fim de 2013, mas subiu nas Províncias de Jiangsu, Anhui e Zhejiang, todas perto de Xangai, de acordo com dados do Escritório Nacional de Estatísticas.
(Reportagem de David Stanway)
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Fonte: Portalrado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale

Blog Lucas Prado Kallas- Falta de acordo deve se intensificar no Congresso

Lucas KallasO tensionamento eleitoral que impediu que propostas sensíveis aos candidatos e ao eleitorado avançassem no Congresso Nacional já em 2013 deve fazer com que o Legislativo neste ano, tendo em vista a proximidade cada vez maior das eleições, deixe de lado as votações mais relevantes e amplie o estoque deixado do ano passado.
Casos exemplares são os projetos que mexem com as finanças municipais e, principalmente, estaduais, tendo em vista que muitos governadores são candidatos à reeleição em outubro. Na semana passada, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), chegou a declarar que não seria candidato se o projeto não fosse aprovado.
O texto altera os indexadores dessas dívidas, prevê a retroatividade dos novos índices e tem como principal efeito uma flexibilização fiscal dos entes federados. Arrastou-se no Senado ao longo de 2013 e acabou aprovado em dezembro em reunião conjunta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e da Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A base aliada, de olho no interesse de suas bases regionais, promete votá-lo no plenário já em fevereiro. Mas como a aprovação da proposta dá um mal sinal ao mercado, pois permite a tomada de novas dívidas, o governo tenta evitar essa votação. "O projeto é de interesse de todos os Estados e municípios, que poderão ter a partir dele uma nova capacidade de financiamento e investimento", disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), presidente da CAE e provável candidato do PT a governador do Rio.
A base também quer aprovar no início do ano uma proposta que reduz as alíquotas do ICMS para operações interestaduais. O projeto está parado desde abril do ano passado, porque, em vez de diminuir, os senadores aumentaram o número das alíquotas apresentadas pelo governo federal para beneficiar seus Estados. O acordo com o governo é que ambas as matérias sejam votadas no início do ano legislativo, mas senadores não estão muito otimistas quanto a isso.
Considerada eleitoreira e fruto de troca de farpas no último mês de funcionamento do Senado, o texto que vincula o Bolsa Família à Lei Orçamentária de Assistência Social (LOAS) estará na fila de espera da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa e sofrerá pressão do PSDB para seguir para o plenário. Seu autor, o presidente nacional do PSDB e provável candidato do partido à presidência da República, pretende com a proposta demonstrar apreço dos tucanos pelo programa e seu interesse em aperfeiçoá-lo em face do discurso petista de que ele daria fim ao programa.
Outra discussão que será retomada em 2014 é a regulamentação do trabalho escravo. O relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), garante que a matéria será apreciada em plenário antes do carnaval. Nos bastidores, contudo, já se fala em barrar a proposta. O projeto prevê a expropriação de propriedade em que for encontrado trabalho análogo à escravidão.
Na Câmara, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), elencou o Marco Civil da Internet, o novo Código da Mineração e a reforma política como prioridades para 2014, ano em que ele mesmo considera apertado devido ao calendário eleitoral e à Copa do Mundo no país. A expectativa é de que haja vida útil na Câmara até meados de abril apenas, pois a maioria dos deputados tentarão a reeleição. Isso acaba por encurtar o prazo de aprovação de propostas relevantes, que costumam demandar mais tempo de discussão.
Das três prioridades, a reforma política é a mais difícil de sair, pois cada parlamentar tem visão diferente sobre o melhor modelo. Já o Código de Mineração apresenta uma dificuldade política. Deputados de Estados mineradores como Minas Gerais e Pará tentam defender os interesses do seu eleitorado, ao passo que o restante das bancadas tentam incrementar ampliar a divisão dos recursos financeiros decorrentes da exploração da atividade.Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale
Fonte: Portal

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Blog Lucas Prado Kallas- Vale sai de Belo Monte por dinheiro

Lucas Prado KallasA Vale, a maior empresa privada nacional e a segunda maior mineradora do mundo,  vai reduzir à metade a sua participação – de 9% do capital – na Norte Energia, a empresa que comanda a hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, projetada para ser a terceira maior do planeta, com investimento de 30 bilhões de reais.
O dinheiro que arrecadar na transação, pouco mais de 200 milhões de reais, será aplicado na aquisição de parte do capital de uma nova empresa que a mineradora criará, em associação com a Cemig, a empresa de energia de Minas Gerais. Para a mesma Cemig é que a Vale transferirá as ações de Belo Monte.
A diretoria da antiga Companhia Vale do Rio Doce justifica a operação como coerente com sua estratégia de “maximização de valor para os acionistas”. De fato, reduzindo de 9% para 4.41% a sua participação na Norte Energia, a companhia “deixará de prestar parte das garantias associadas à estrutura de financiamento do projeto Belo Monte”.
Essas garantias deverão continuar a crescer. No início do empreendimento elas eram a contrapartida a um financiamento de 19 bilhões de reais. Agora o total a ser garantido pode chegar ao dobro desse valor. A quanto irá nessa progressão até que a primeira das 18 gigantescas turbinas da casa de força principal da hidrelétrica entre em operação, talvez já no final deste ano, quando o custo financeiro crescerá pela aplicação de juros e principal?
Não há mais dúvida que o orçamento da usina continuará a engordar. O problema é que a Vale atingiu um delicado nível de endividamento, que a sua geração de caixa talvez já não seja mais capaz de absorver. Por isso a mineradora tem vendido alguns dos seus negócios (como fez na semana passada, descartando sua empresa de logística), além de reduzir custos e cortar investimentos.
A alienação de parte das ações no projeto do Xingu tem ainda outro atrativo. Em parceria com a Cemig numa nova empresa, a Aliança Geração de Energia, a Vale passará a operar 11 hidrelétricas em Minas Gerais, que interessam diretamente às suas atividades na mineração de ferro, que realiza há 70 anos. O detalhe importante é que, enquanto no Xingu a energia firme prevista para está abaixo de 40% (caindo de 11 mil megawatts para pouco mais de 4 mil), em Minas a energia assegurada o ano inteiro é de mais de dois terços da potência nominal, de 1,2 mil MW.
Mesmo tratando-se de duas realidades distintas (hidrelétrica nova no Pará e usinas já amortizadas em Minas), a diferença significa rentabilidade assegurada nas barragens mineiras, enquanto essa viabilidade econômica é improvável na unidade paraense. Ela foi projetada para ser a terceira maior do mundo em capacidade nominal de geração (mas bem abaixo quanto à energia firme).
Talvez as contas do operador da usina só consigam fechar com subsídio governamental – quem sabe, do tamanho do que a hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins, abocanhou, que foi de mais de dois bilhões de dólares em 20 anos (até 2004).
Daí, sabendo o que diz, a Vale destacar que ao mudar do Pará para Minas estará maximizando “valor para os acionistas”. É neles que a companhia tem pensado ainda mais nos últimos tempos. Por temer que já não lhes possa conceder as regalias financeiras de anos atrás, ainda que aqueles dividendos desvairados sejam a causa principal das dificuldades de hoje, transferidas, como herança ingrata, pela administração decenal de Roger Agnelli. Na ótica da corporação, é preciso tomar essa iniciativa antes que os papeis da mineradora percam a atratividade que tinham e o acionista procure outro lugar para ganhar mais.
Quanto a quem não tem essa alternativa e permanece em Belo Monte, o exemplo indica as dificuldades que ainda virão. Problemas que, como de regra, serão repassados àquele que não costuma mirar a “maximização de valor” do dinheiro que injeta em empreendimentos de viabilidade mais do que duvidosa, como a grandiosa hidrelétrica de Belo Monte. Lucas Prado Kallas   Biogold, .Lucas Kallas, Biogold, gerdau, Ibram, Lucas Kallas, Lucas Kallas Biogold, Lucas Kallas Ibram, Lucas Kallas Mineração, Lucas Prado Kallas, Lucas Prado Kallas Mineração, Mineração, vale